Portal AuToCaRaVaNiStA - G.A.P. Grupo AuToCaRaVaNiStA Português - O SEU PORTAL DE AUTOCARAVANISMO GRATUÍTO, INDEPENDENTE, SEMPRE CONSIGO.

ALDEIA VELHA - SABUGAL

Apontamento AuToCaRaVaNiStA:
Aldeia Velha é uma Freguesia Portuguesa, pertencente ao Concelho do Sabugal, Distrito da Guarda.
Fica siatuada logo á frente da Aldeia Histórica de Alfaiates, a 1090 metros de altitude, em direção a Aldeia do Bispo, circundada por Lageosa e Forcalhos bem encostadas a Espanha. Esta Aldeia tipicamente rural, tem fortes tradições na Capeia Arraiana, alías como todas as aldeias vizinhas do Concelho do Sabugal. À entrada da Aldeia, existe um monumento que marca esta tradição da Capeia Raiana, uns metros antes da travessia da ponte romana, por onde passa o rio Cesarão. Um estudo indica que a Aldeia Velha pertenceu à época do neolítico. Alguns achados recentes, como sepulturas abertas no granito dão conta disso mesmo. Depois desta incursão, voltamos a Alfaiates para o Jantar e Pernoita. Veja tudo no nosso Portal com a etiqueta correspondente ao Sabugal, acedendo ao nosso Portefólio na barra lateral.

Portal AuToCaRaVaNiStA:
Grupo AuToCaRaVaNiStA Português
Copyright AuToCaRaVaNiStA - by jbmendes


SACAPARTE - MOSTEIRO - ALFAIATES - SABUGAL

Apontamento AuToCaRaVaNiStA:

O Mosteiro de Sacaparte, está localizado na Freguesia de Alfaiates, Concelho do Sabugal, Distrito da Guarda, Portugal.
O Mosteiro de Sacaparte fica a cerca de 2, 3 quilómetros do centro de Alfaiates. Embora totalmente em ruínas, apresenta ainda as fachadas em muito bom estado de conservação, e não seria de todo, muito dispendioso a sua total recuperação. No espaço tem a igreja, o cruzeiro, fontanários e alpendres para realização de feiras. Local isolado, embora aprazível para uma caminhada à descoberta do Dólmen que fica ali nas imediações, ou simplesmente para um pic-nic em familia. Tem churrasqueira com lavatório, água potável, mesas, e muito espaço ao ar livre para desfrutar, ou mesmo  coberto em caso de chuva.


           HISTÓRIA:
Localização: Alfaiates - Sacaparte 
Descrição: Conjunto constituido pela igreja, antiga albergaria adossada, ruinas das dependências conventuais, alpendres de feira, cruzeiro, chafariz, fonte de mergulho e palheiro rústico. 
IGREJA: de planta longitudinal, composta por dois rectângulos justapostos, com anexo de planta rectangular adossado a Sul. Cobertura diferenciada a duas águas. Fachada principal voltada a Oeste desnivelada, com embasamento proemimente, dividida em dois pisos, tendo, no primeiro, portal de lintel recto com pilastras molduradas, encimado por friso desenvolvendo dois motivos voltados simulando frontão que enquadra nicho e marco pleno com abóbada de concha. No segundo,janelão de lintel recto, com peitoril assente em duas mísulas. Remate em empena, com cornija. Alçado N. com embasamento proeminente na nave. Apresenta "janela-oratório" em ressalto, planta trapezoial, adossada à nave, com três janelas de lintel recto com molduras curvilíneas divididas por colunas de capitel compósito, tendo remate com cornija saliente decorada com denticulos e coroamento piramidal. Num segundo registo, duas janelas de lintel recto e moldura simples na nave, uma delas entaipada e janela idêntica na capela-mor. Remate em cornija. Contraforte no cunhal com esbarro em bisel. Alçado S. sem embasamento, tendo na zona da capela-mor, num primeiro registo, vãos de lintal recto com capialço e, no segundo, duas janelas de lintel recto e moldura simples. Remate em empena, com cornija. No cunhal, existem vestígios de marca de arranque de construção. Ao corpo da nave, adossam-se o anexo e sacristia, que , no primeiro piso são rasgados por porta de lintel recto e moldura simples, enquanto o segundo possui fresta e três janelas idênticas. Alçado E. sem embasamento, cego, com remate em cornija. A meia altura, surgem duas misulas. 

             INTERIOR:
De três naves, formando quatro tramos, divididas por quatro arcos formeios de volta perfeita, assentes em pilares de secção quadrada até um terço da sua altura, sendo depois de secção octogonal. Coro-alto com balaustrada de madeira assente sobre arco abatido e dois arcos plenos. É iluminada, no lado do Evangelho por janela e "janela-oratório". Aí surge o púlpito, assente em mísula voltada  No lado da Epistola, três portas entaipadas. Dois retábulos laterais de talha dourada e policromada. Pavimento em lajeado e cobertura em falsa abóbada de berço, de madeira. Arco triunfal de volta perfeita encimado por óculo oval, acede à capela-mor, iluminada por três janelas, duas no lado da Epístola. Porta em arco pleno, com duas arquivoltas, acede à sacristia. Pavimento lajeado e cobertura em falsa abóbada de berço, em madeira pintada com motivos vegetalistas estilizados. Retábulo-mor em talha dourada e policromada.


  RUÍNAS DO CONVENTO: 

Com planta rectangular, a que se adossam dois corpos, um correspondente à cozinha, de planta rectangular, adossado a E., e vestígios de outro corpo similar, a O.. Ausência de cobertura. Vãos de lintel recto com moldura simples. Alçado E. divide-se em três pisos, com embasamento biselado, o primeiro com duas portas, o segundo com cinco janelas e, no terceiro, janela de sacada com varanda apoiada em três mísulas volutadas, porta e cinco janelas de peitoril. Visivel o arranque do cunhal correspondente ao corpo que estaria adossado. remate em cornija. 

Corpo da cozinha com dois panos delimitados por pilastras, tendo, no primeiro piso, fresta. remate tripartido com cornija. Corpo da chaminé encimado por pequeno balcão apoiado em mísulas semi-circulares, rematado por miniatura de casa e cobertura a quatro águas em cantaria. Alçado O. sem embasamento, com três pisos separados por friso, sómente na zona de arranque de outro corpo, sendo o primeiro rasgado por porta, o segundo por duas portas, com abertura sobre lintel, e quatro janelas, duas delas entaipadas, tendo o terceiro piso parcialmente ruído, com vestígios de quatro portas. Alçado N. sem embasamento, com dois pisos, o primeiro com porta, elemento que se repete no segundo. Marca do arranque de corpo circular em todo o pé direito. No corpo da cozinha, surge uma janela, ao nivel do segundo piso. Alçado S. sem embasamento, com dois pisos, o primeiro com duas janelas e o segundo com janela de sacada com varanda apoiada em três mísulas voltadas e porta. O corpo da cozinha tem, no primeiro piso, janela, sendo separado do segundo por friso com gárgula semi-circular. A este corresponde o corpo da chaminé. remate em cornija.

No INTERIOR, não existem as estruturas correspondentes aos pisos. Surgem dois compartimentos, que antecedem arco abatido de acesso à cozinha. Esta integra lavabo com tanque em forma de concha, encimado por carrancas e jarrões e rematado por friso coroado por pinha e volutas. Um púlpito surge na zona do refeitório, com porta em arco abatido e base do balcão apoiada em mísula volutada. 



CRUZEIRO com soco constituido por quatro degraus circulares com focinho saliente, coluna de fuste circular com base anelada, capitel compósito decorado com folhas de acanto, encimadas por quatro cabeças de anjo e quatro quadrifólios. Cruz de hastes rectilíneas com figuração rudimentar de Cristo, apresentando crânio de Adão na base e sendo rematada pela cartela com a inscrição "INRI". 

ALBERGARIA de planta rectangular, com cobertura homogénea a três águas. Fachada principal voltada a N., apresentando embasamento proeminente. Divide-se em dois panos demarcados por pilastras, que evoluem em dois pisos. No primeiro, dois arcos plenos, um deles entaipado e, no superior, duas janelas de lintel recto, com moldura simples e peitoril moldurado, uma delas entaipada. Remate em cornija. Alçado O. com embasamento proeminente, tendo, no primeiro piso, porta de lintel recto, entaipada e, no segundo, três janelas de lintel recto e moldura simples, uma delas entaipada. Remate em cornija. Alçado S. sem embasamento, tendo, no primeiro piso, porta de lintel recto e moldura simples entaipada, sendo o segundo cego. Alçado E. sem embasamento, rasgado no primeiro piso por fresta, sendo o superior cego. 

No INTERIOR, o primeiro piso divide-se em dois compartimentos, com pavimento em terra batida e cobertura em abóbada de aresta, de tijolo, numa delas, e tecto plano em betão. O segundo piso tem igualmente dois compartimentos e cozinha, com pavimento cimentado e cobertura em vigamento de madeira, que sustenta o telhado. 


   ALPENDRES DE FEIRA:

Delimitam o recinto no lado Sul, existindo ainda um pequeno conjunto no lado Oeste, ladeado por construção em betão. De planta rectangular, apresentam, no alçado posterior, muro contínuo em alvenaria de granito e, no alçado principal, bancadas contínuas, onde assentam pilares de secção octogonal com capitel de igual secção, que sustentam cobertura a uma água, com telha de canudo.

Utilização Inicial 
Cultural e devocional: convento (possuia 3 feiras anuais, coincidindo com as festas da Anunciação, Natividade e Assunção; romaria anual com procissão. 

Propriedade privada: Igreja Católica. Época de Construção,Séc. 18. 

Cronologia: 
Época visigótica - hipotética edificação de capela local, aspecto relacionado com várias lendas; 
Séc. 14 - hipotética reconstrução de capela dedicada a Nossa Senhora de Sacaparte, por iniciativa de D. Dinis; a partir desta época a igreja pertenceu ao padroado real; 
1332 - taxação em 8 libras; 
1603 - D. Filipe I teria mandado edificar um hospital e casa de hospedaria; 
Séc. 18, início - a igreja era administrada pela Câmara de Alfaiates, que nomeava o Ermitão e Mordomo; 
1721 - possuía hospital e casa de romagem ou hospedaria. 
1726 - fundação do convento pelos frades da Ordem dos Agonizantes e (segundo Memória Paroquial) pelos Confrades de Nossa Senhora de Alcante da Fornina, sujeitos ao Ordinário; início das obras do convento.; 
1751 - agregação dos 25 religiosos à Ordem dos Clérigos Regulares de São Camilo de Lellis, vocacionada para serviços de apoio a doentes e peregrinos; 
1752 - abertura de seminário e estabelecimento de ensino médio; 
Séc. 19 - proibição episcopal de romaria, que integrava homens a cavalo, nús da cintura para cima, que percorriam o recinto com tochas nas mãos; 
1834 - com a extinção das ordens religiosas, o convento torna-se posse de um particular (familia Camejo), que o comprou por 800 mil réis, cercando-o com muro alto; do convento restava dois pisos, com cozinha e refeitório no primeiro, sendo dormitório no superior; 
Séc. 19 meados - D Bernardo Beltrão Freire, bispo de Pinhel, proibiu a procissão. 
1885 - aprovação dos estatutos da Irmandade de Nossa Senhora do Carmo; realização de algumas obras na igreja; 
1996, 7 Outubro - despacho do Ministério da cultura a classificar o convento como IIP. 

Tipologia 
Arquitectura religiosa, barroca, popular. 
- Igreja de planta longitudinal, com três naves, arcos formeiros de volta perfeita, assentes em pilares conjugando secção quadrada e octogonal. Coro-alto assente sobre arco abatido. Talha retabular ecléctica de inspiração rococó. 
- Ruínas do convento, com vãos de lintel recto e moldura simples, janelas de sacada apoiadas em mísulas voltadas. 
- Cruzeiro de caminho, com degraus circulares, com base quadrangular e fusta circular, com cruz com imagem de Cristo esculpida. 

Características Particulares 
"Janela-oratório" de planta trapezoidal, em ressalto, com coroamento piramidal, adossada à nave. Contraforte no cunhal com esbarro em bisel. Abóbada de aresta em tijolo na antiga albergaria. Mantêm-se as estruturas da antiga albergaria adossada, ruínas das dependências conventuais, alpendres de feira, cruzeiro, chafariz, fonte de mergulho e palheiro rústico. 

Dados Técnicos 
Estrutura mista; abóbada de berço, abóbada de aresta. 

Materiais 
Granito; madeira; cantaria, alvenaria; aparelho isódomo; revestimento inexistente e reboco; telha de aba e canudo. 
Intervenção Realizada: 
Comissão de festas de Nossa Senhora de Sacaparte: 
1980/1990 - beneficiação da igreja e antiga albergaria: reparação dos rebocos exteriores e picagem dos rebocos interiores, reparação da cobertura, execução de instalação sanitária e chaminé na antiga albergaria; 
1991 - iluminação do recinto. 
Observações: 
1 - A romaria agradecia a protecção da Virgem na luta contra os castelhanos, destacando-se, na procissão, o desfile dos homens em tronco nu, denominados localmente como encoirados, encaçapos, pelados ou encarrapatos. Existem várias lendas relativas ao nome do Convento, uma delas referindo a batalha em que D. Sancho de Castela desavindo com um fidalgo castelhano (Álvaro Nunes de Lara) travam uma batalha em Portugal, clamando a população local que "sacai-nos a boa parte", ou seja que os livrasse dos malefícios da guerra; outra lenda refere que o fidalgo, durante a batalha, invocara Nossa Senhora, clamando "sacai-nos a boa parte"; daí, o nome Sacaparte. 

Fonte: IPPAR - Instituto Português do Património Arquitectónico

Portal AuToCaRaVaNiStA:
Grupo AuToCaRaVaNiStA Português
Copyright AuToCaRaVaNiStA - by jbmendes





ALDEIA DA PONTE - SABUGAL


Apontamento AuToCaRaVaNiStA:
Aldeia da Ponte é uma Freguesia Portuguesa, pertencente ao Concelho do Sabugal, Distrito da Guarda.
Tal como o nome indica, a Ponte Romana é quem dá o nome à aldeia. Nesta zona existe um parque de lazer e também está servido por uma Área de Serviço para Autocaravanas, por sinal muito bem localizada junto à Capela. A aldeia é banhada pelo Rio Cesarão, afluente do Rio Côa, que nesta altura ainda corria manso. Local aprazível para um passeio ou mesmo para um pic-nic em família.
Lembramos que pode ver e imprimir as coordenadas desta A.S.A. bem como de todas as A.S.A.s públicas existentes em Portugal, acedendo à nossa Base de Dados aqui na barra lateral do nosso (seu) Portal AuToCaRaVaNiStA.



Portal AuToCaRaVaNiStA:
Grupo AuToCaRaVaNiStA Português
Copyright AuToCaRaVaNiStA - by jbmendes

SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA DA PÓVOA - PENAMACOR

Apontamento AuToCaRaVaNiStA:

O Santuário de Nossa Senhora da Póvoa fica situado no lugar do Vale da Senhora da Póvoa, outrora Vale de Lobo, em pleno vale da serra D'Opa, Concelho de Penamacor, Distrito de Castelo Branco, Portugal. Este Santuário de Nossa Senhora da Póvoa, fica situado um pouco antes da entrada no centro da aldeia do Vale da Senhora da Póvoa na direção Meimoa - Sabugal. Tem como entrada um grande arco que dá acesso ao enorme espaço do Santuário, onde não faltam mesas cobertas e ao ar livre, um grande parque de merendas, um altar para missa campal, e o bem tratado, e a cheirar a novo pelo restauro, Santuário de Nossa Senhora da Póvoa. As festas realizam-se em Agosto no 3º Domingo.



          HISTÓRIA:
No sopé da Serra d’Opa foi construída, em tempos que não podemos precisar, uma ermida, sob a invocação de Nossa Senhora da Póvoa. Como a fundação de todas as ermidas, a Senhora da Póvoa tem a sua lenda.
Diz esta que, andando uns pastorinhos a apascentar as suas ovelhinhas, Nossa Senhora apareceu aos pequenos no meio de uns silvados. A notícia do milagre foi sabida em Vale de Lobo, povoação próxima do local da aparição. O povo trouxe-a em procissão para a Igreja. Nossa senhora voltou para o silvado. Logo se edificou uma pequena capela, que mais tarde foi substituída pela actual.
A romaria, a mais concorrida das Beiras, tem lugar no domingo, segunda e terça feira do Espírito Santo. A ela concorrem dezenas de milhar de romeiros.

Noutros tempos, e ainda não muito afastados, o arraial, em dias de romaria, tinha uma característica verdadeiramente poética, vindo-lhe esta característica das centenas de carros de bois, alegremente ornamentados com colchas de variadas cores, que, dispostas em arco, lembravam artísticos toucados. Com a concorrência dos automóveis, que são às centenas, quase desapareceu este alegre e garrido quadro. Os que vão a pé podem à vontade dançar no pó desses caminhos.


O arraial, ou melhor, o seu local, tem passado ultimamente por diversas transformações. Construiu-se há pouco o recinto da capela, a avenida central, a estrada de circunvalação e novos telheiros ou alpendres para a venda de géneros no dia da romaria. O local tem água em abundância, muito procurada pelos que sofrem do estômago, intestinos e fígado. Em Penamacor faz-se já um largo consumo dela.
O Concelho de Penamacor – José Manuel Landeiro – 1938


Fonte: www.senhorapovoa.com.sapo.pt

Portal AuToCaRaVaNiStA:
Grupo AuToCaRaVaNiStA Português
Copyright AuToCaRaVaNiStA - by jbmendes



ALDEIA DE VALE DA SENHORA DA PÓVOA - PENAMACOR

Apontamento AuToCaRaVaNiStA:
A Aldeia do Vale da Senhora da Póvoa, fica situada no Concelho de Penamacor, Distrito de Castelo Branco, Portugal.
O Vale da Senhora da Póvoa é um pequeno povoado com características rurais, casarios em granito, e pessoas simpáticas. Uma especial referencia para a envolvencia da igreja matriz, com o casario de ambos os lados de construção igual, que lhe dá uma perspetiva paisagística muito interessante. Aliás foi esta imagem única, que deu origem a esta visita pelo Vale da Senhora da Póvoa.

Esta freguesia passou a ter o actual nome em 1957. O Vale da Senhora da Póvoa chamava-se anteriormente Vale de Lobo, antes de pertencer ao concelho de Penamacor, estava integrada no Termo da Covilhã. Foi D. Fernando quem a integrou no concelho de Penamacor, cujo mandato foi confirmado por D. João I, em 1454.

Esta aldeia está situada no concelho de Penamacor, distrito de Castelo Branco, Bispado da Guarda, na Beira Interior.


É servida pela Estrada Nacional nº 233, que liga Penamacor, Meimoa, Vale da Senhora da Póvoa, Terreiro das Bruxas, Santo Estêvão, e Sabugal.

"UM POVOADO PEQUENO MAS INTERESSANTE"

Fonte:http://senhorapovoa.com.sapo.pt 



PORTAL AuToCaRaVaNiStA
Grupo AuToCaRaVaNiStA Português
Copyright AuToCaRaVaNiStA - by jbmendes



PENAMACOR - CASTELO BRANCO

Apontamento AuToCaRaVaNiStA:
Penamacor é uma Vila Portuguesa pertencente ao Distrito de Castelo Branco, Região Centro de Portugal. Vila de origens muito antigas, onde se destacam as ruínas do Castelo e a Torre de Menagem, a única parte preservada do Castelo, já que foi palco de violentos ataques, pela proximidade de fronteira com Espanha. O Pelourinho e a Igreja Matriz também merece uma referencia apreciada. Penamacor foi o local de pernoita, para no dia a seguir começar a nossa incursão pelos Castelos de Alfaiates, Vilar Maior, e Vila do Touro, tudo no Concelho do Sabugal.




              HISTÓRIA:
As origens de Penamacor estão envoltas na bruma dos tempos, pouco ou quase nada se conhecendo a esse respeito. Só a partir do reinado de D. Sancho I é que a história de Penamacor se define com alguma clareza. Dizem alguns ter sido esta vila pátria do rei Wamba, o famoso rei dos Godos que governou a península desde 672 até 682. D. Sancho I, conquistou Penamacor aos Mouros e reconstruiu-a. Deu-lhe foral em 1189 e entregou-a aos Templários na figura do mestre D. Gualdim Pais, que a fortificou.

O nome desta vila, segundo uma das lendas, terá origem num célebre bandido, que aqui terá habitado, de nome Macôr. Segundo dizem, este salteador vivia numa caverna a que davam o nome de Penha. Com o passar dos tempos, o nome adulterou-se e passou a chamar-se Pena, ficando assim a terra a ser conhecida por Penha de Macôr ou Pena Macôr. Segundo outra versão uma luta feroz entre os seus habitantes e salteadores originou tanto derramamento de sangue e de tão má cor, que a vila ficou a ser conhecida por Penha de má cor.

Ainda outra refere, que nesta zona existiam duas povoações, ambas localizadas em montes, Pena de Garcia e Pena Maior. Com a adulteração da pronúncia Castelhana, Magor passou a ser Macor, dando origem a Pena Macor. Seja qual for a origem do nome, o certo é que representa uma das vilas mais bonitas e castiças do País. O desenvolvimento da vila, nos finais do século XII, deve-se à necessidade de protecção da fronteira portuguesa, pelo que foi construído um grande castelo, de que ainda hoje restam vestígios, considerado monumento nacional.


Fonte: Wikipédia

Portal AuToCaRaVaNiStA:
Grupo AuToCaRaVaNiStA Português
Copyright AuToCaRaVaNiStA - by jbmendes

MISSÃO NOSSA SENHORA DE FÁTIMA - PORTUGAL

Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


O Portal AuToCaRaVaNiStA Grupo AuToCaRaVaNiStA Português, foi ao Santuário de Nª Srª de Fátima em missão, representado através de uma pequena delegação, em 05 de Outubro de 2012, ofertar em nome de todo o grupo, um quadro simbólico e representativo, a Nª Srª de Fátima. Este quadro é peça única e original, uma criação do Grupo AuToCaRaVaNiStA Português. Encerramos assim esta missão de 3 Ofertas, 3 Santuários, 3 Países.



Resumindo: De igual modo, ofertamos no passado dia 14 de Julho de 2012, a Santiago de Compostela, uma igual oferenda dedicada a S. Tiago. No cumprimento desta missão, fomos muito bem recebidos pelo Reverendíssimo Cónego da Sé Catedral de Santiago de Compostela em Espanha, que muito agradecemos  (Ver Aqui).


Em conformidade com esta missão, em 11 de Agosto de 2012, uma pequena representação do Grupo AuToCaRaVaNiStA de Portugal deslocou-se a Lourdes França para ofertar o mesmo quadro representativo, em nome de todo os elementos do grupo AuToCaRaVaNiStA Português. Esta missão revelou-se mais um êxito a somar a todos os outros. A todos os envolvidos um bem hajam (Ver Aqui).




O Portal AuTocaraVaNiStA - Grupo AuToCaRaVaNiStA Português fica assim muito bem representado nos 3 Santuários mais importantes da Europa, "Fátima P - Compostela ES - Lourdes FR"
3 Ofertas, 3 Santuários, 3 Países.








Fica em aberto uma última pretensão dedicada a todo o Grupo AuToCaRaVaNiStA, que no fundo são todos os autocaravanistas em geral, a de ofertar um último quadro original,  na cidade Santa de Jerusalém.


Portal AuToCaRaVaNiStA:
Grupo AuToCaRaVaNiStA Português
Copyright AuToCaRaVaNiStA - by jbmendes

SOITO - OBRAS DO PADRE MIGUEL - SABUGAL

Apontamento AuToCaRaVaNiStA:
Soito é uma Freguesia Portuguesa, pertencente ao Concelho do Sabugal, Distrito da Guarda.
Depois de cumprida a 3ª Missão do Grupo AuToCaRaVaNiStA Português em Fátima, "CLICK AQUI" rumamos ao Sabugal para visitar entre muitas outras terras, o Soito, terra do Padre Miguel, conhecido como o padre milagreiro. A entrada para esta obra de ação social (existem outras) é bastante subtil, é necessário perguntar nas imediações para se chegar lá. Existe mesmo à entrada um enorme Castanheiro Milenar, que está catalogado como de interesse público desde 2004. O castanheiro apesar da idade estava carregado de ouriços, porém ainda estavam verdes as castanhas. 


Toda esta zona está bem povoada por milhares de castanheiros, marmeleiros, etc. Tudo na via pública à descrição. O que posso atestar aqui, não sei se por vontade divina, ou não, tudo nos correu maravilhosamente bem durante todo este passeio, desde as ofertas que nos fizeram nas entradas das adegas particulares para provas de vinhos e licores, até à simpática oferta da Santa Casa da Misericórdia de Vilar Maior, que daremos conta na reportagem a ela dedicada. (ver o nosso portefólio com a etiqueta "Sabugal).




              HISTÓRIA:
Em Novembro de 2001, faleceu o Padre José Miguel. No Funeral, juntaram-se milhares de pessoas para se despedir deste grande Homem, vieram de todos os pontos do país, nem a neve faltou para a despedida... Sabe quem tem fé que ele não nos deixou, certamente está olhando por todos nós e, quem sabe, ajudando muita gente.
Os colegas da escola já o chamavam de " Santinho"...Mas a verdadeira revelação dos «poderes» deste padre, José Miguel Pereira, terá acontecido no Meimão, onde exerceu por mais de 25 anos.


Terá sido uma jovem do Meimão quem desvendou o dom do Padre Miguel, quando procurando ajuda junto de uma senhora de Aveiro, reconhecida pela força do Dom que Deus lhe concedeu, foi avisada " Escusava de ter ido tão longe quando tinha na sua terra um homem «que é maior que todos nós e que tem mais poderes que qualquer um». Na década de 70, começou a ser visitado por pessoas de todo o Portugal e até do estrangeiro. Procuravam-no, desesperados, em busca de um milagre, geralmente para a cura de doenças graves. Muitos fieis o visitavam apenas para conhecer este Padre, que alguns de nós se atrevem a chamar de Padre Santo.

Ele era de facto, segundo as pessoas que tiveram oportunidade de conviver com ele, uma pessoa de uma generosidade extrema e um Homem de muita fé. Durante a sua vida, foi o autor de muitos milagres dezenas dos quais ainda são relembrados pela sua grandiosidade.
Após exercer durante 25 anos no Meimão, regressou às suas origens, mudou-se para o Soito. Passou a  esta bela terra o destino dos peregrinos, que vinham de todos os cantos da Europa em busca do Padre José Miguel "O Padre Milagreiro"

Portal AuToCaRaVaNiStA:
Grupo AuToCaRaVaNiStA Português
Copyright AuToCaRaVaNiStA - by jbmendes




GRANVILLE - NORMANDIA - FRANÇA

Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


Granville é a principal cidade e sede da Comunidade dos Municípios da Granville Pays. Às vezes é também conhecida por "  Monaco do Norte " devido à sua localização num promontório rochoso. Granville pertence ao Departamento da Mancha e Região da Baixa-Normandia. Cidade costeira, fecha a baía do Mont-Saint-Michel. Nesta zona existe também uma área de serviço para Autocaravanas (pago, 6€ pernoita, 2€ abastecimento) uma das mais sofisticadas estações que vi desde que sou autocaravanista. Tudo é feito por pagamento multibanco, não tem guarda permanente, mas tem a policia a fazer o controle de acessos. Esta área de serviço e pernoitas é propriedade do município. Quanto à cidade, Granville é sobretudo uma cidade ligada à pesca e ao mar, os mariscos é ponto forte, os restaurantes são muito procurados sobretudo à noite para degustar peixes e mariscos frescos.

            HISTÓRIA:

Granville foi outrora uma terra ocupada pelos vikings , e fundada por um cavaleiro de nome William o Conquistador , no século XI. 

Segunda Guerra Mundial:

A cidade de Granville sempre foi cobiçada em conflitos armados. Em 17 Junho de 1940 , as tropas Alemães entraram em Granville. A partir daqui toda a população fica limitada e afetada pela Ocupação .


Desde o início da ocupação, que os Alemães construíram várias fortificações na borda da Rocha, e que ficou conhecido pelo muro do Atlântico, e proibiram o acesso da população ao porto de mar. A 1 de Abril de 1943, a cidade teve de ser evacuada. O Hotel Normandy foi transformado em Quartel General "Kommandantur" e foi montada uma antena de comunicações pela Gestapo (Point-du-Roc. Pode-se vêr em toda a falésia rochosa da zona mais alta os diversos bunkers e casamatas em betão reforçado, que faziam a defesa do porto de Granville.
Quando finalmente as forças aliadas ocidentais Americanos, Ingleses e Canadenses desembarcaram nas praias da Normandia em Julho de 1944, começa o gradual fim da ocupação das tropas Alemães em terras de França. Nestes anos, e nos anos seguintes ao pós-guerra, a França teve que conviver com o estranho facto de que o chamado "Governo de Vichy" (Francês) foi o único governo da Europa ocupada que colaborou diretamente com o invasor nazi. O inicio de uma nova era começava para a Europa.

PORTAL AuToCaRaVaNiStA:
www.autocaravanista.pt.vu - www.grupoautocaravanista.webs.com
Copyright AuToCaRaVaNiStA - by jbmendes