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RIBADEO - LUGO - ESPANHA


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RIBADEO - LUGO - ESPANHA:

Ribadeo destaca-se pela sua ria e marina, e muita animação noturna nos fins de semana no centro da cidade.
Local de passagem, e paragem, é também um bom local para pernoita, porque não tem grandes confusões de tráfego, e existem muitos recantos onde se pode parar e pernoitar.


Não encontramos nenhum parque para Acs, tirando o parque da
marina, que estavam lá algumas Acs, e não havia nenhum sinal de proibição, mas também não foi necessário nenhum parque específco. No problema.
A primeira incursão por estas paragens foi já em 2008, (como o tempo passa). Fica agora o registo em 2017 para registo futuro. 

              HISTÓRIA
Ribadeo está situado al N.E. de la provincia de Lugo, en el extremo oriental de la comarca de "A Mariña". Limita al N. con el Cantábrico y al E. con la Ría de Ribadeo, espacio natural de gran valor ecológico. 



Por el S. y O. lo limitan los municipios de Trabada y Barreiros respectivamente. El Camino Norte de Santiago cruza Ribadeo y se interna hacia el S.O. del municipio, bordeando el área recreativa de Santa Cruz, posiblemente el más espectacular de los miradores sobre la Ría de Ribadeo. 

El municipio, de 99,652 Km2, tiene 9.034 habitantes, de los que
4.899 residen en la villa, cuya historia conocida se remonta a los primeros años de nuestra Era. El término municipal está formado por doce parroquias, y cuenta con una buena red de comunicaciones y un amplio conjunto de actividades y servicios turísticos, de tal forma que a lo largo de todo el año la cultura, el deporte, el arte y el ocio están presentes en la vida ciudadana. 



Entre sus playas destacan las de "As Catedrais", con espectaculares formaciones rocosas, y "Os Castros", ambas con Bandera Azul de la CEE, y de sus puertos reviste especial importancia el Deportivo, también Bandera Azul de la CEE y único en la provincia de Lugo con esta distinción.El casco urbano ofrece numerosos puntos de interés, con varios miradores sobre la ría. Dos paseos marítimos permiten disfrutrar de la belleza del entorno y de algunos enclaves de especial importancia.


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"AUTOCARAVANA ESTACIONADA NÃO ACAMPADA"


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Poderá preferir esta versão (click para ampliar e copiar para imprimir.
Naturalmente que este procedimento será para ser utilizado em localidades de grande fluxo rodoviário, onde existem restrições a autocaravanas, e não está imune a que seja advertido e mesmo autuado pelas forças policiais. Contudo e legalmente a razão assiste-nos, poderá é ser trabalhoso e dispendiosa a sua resolução em tribunal. A certeza é uma, a razão está do nosso lado através de documentação legal e oficial de todas as autoridades envolvidas, MAI e GNR e DTSR.
Colocar apenas se está devidamente estacionado dentro do espaço delimitado de estacionamento, e sobretudo sem qualquer objeto fora da autocaravana. Se precisar de usar o degrau lembre-se que deve ser recolhido sempre que entre ou saia. 

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RECRIAÇÃO HISTÓRICA III - AS INVASÕES FRANCESAS - AROUCA


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AROUCA - Sábado 11H00, inicio da recriação das invasões francesas no território Arouquense com a debandada das freiras do Convento, e da população em geral a refugiar-se, com a tropa francesa a fazer do Mosteiro o seu quartel. Note-se que estas segundas invasões Francesas incidiram aqui no Norte, com incidencia em regiões como Oliveira de Azeméis, Santa Maria da Feira, Arouca, Castelo de Paiva, e V.N. Gaia. Guerra sangrenta, com muitas mortes nestas localidades, as quais têm a sinalizar pequenos memoriais um pouco esquecidos e ignorados. E por fim os Franceses meteram o rabinho entre as pernas, porque não levaram nada deste Leal e Mui Nobre Povo do Norte, com a Invicta cidade do Porto a dar o mote. Foi sempre daqui que partiu a defesa da independencia de Portugal, quando esteve ameaçada em algumas fases da nossa História "RESPECT".

HISTÓRIA - BREVE RESUMO:

No decurso do mês de abril de 1809 sucedeu que um destacamento da Leal Legião Lusitana, comandado pelo capitão Luís Paulino d'Oliveira Pinto de França, conseguiu resistir durante cerca de nove dias e fazer recuar um destacamento de tropas francesas que se dirigia à vila de Arouca, alcançado assim o objetivo de proteger não só as populações do concelho, como também o centenário convento ali existente.


As invasões francesas no território da Diocese do Porto
C. F.

As invasões francesas, uma das maiores megalomanias militares da História (mesmo considerandos os impérios antigos que se desmoronaram, e depois delas o extravagante projecto hitleriano, o império soviético e actualmente o pretenso domínio americano da região do Golfo pérsico) ficaram entre nós especialmente conhecidas pelo chamado desastre da ponte das barcas, que fez perecer, na fuga dos exércitos napoleónicos, alguns milhares de cidadãos da região do Porto, afogados no Douro pela queda da ponte de ligação entre o Porto e Gaia que se encontrava assente sobre barcos que lhe serviam de suporte. Foi um acontecimento trágico, como todos os que nascem das guerras, que foi recordado em 2009 com memoriais cívicos, que juntaram as entidades governamentais e autárquicas, e que culminou com um grandioso espectáculo musical apresentado no Coliseu do Porto, com o qual se quis homenagear os mortos e exaltar os vivos.

Porém, as três invasões francesas tiveram muitos outros momentos marcantes, até à expulsão definitiva do invasor que, como todos os invasores da história, depois de ter cometido toda a espécie de agressões e crimes, acaba por ser reenviado para a sua terra sem honra nem glória, mas envolto na vergonha da agressão. Nunca ninguém ganhou definitivamente uma guerra de agressão ou de invasão. Aliás, entendo que nunca ninguém ganhou uma guerra: todos a perdem sempre, mais cedo ou mais tarde.

Estes dados são recordados a propósito de um livro recentemente publicado, da autoria de Samuel Bastos de Oliveira, com o título Os Mártires da 2.ª invasão francesa entre Douro e Vouga, portanto terras de toda a região sul do território da diocese do Porto e norte da de Aveiro (também o sul do distrito do Porto e grande parte do de Aveiro).
Este livro é muito interessante, não tanto pela recordação dos acontecimentos mais marcantes da segunda invasão francesa que foi a que percorreu o território portuense, mas sobretudo por reunir textos e dados que testemunham por um lado o receio por parte das autoridades de massacres, e por isso recomendam que não se realizem atitudes hostis ao invasor, e por outro lado um certo voluntarismo da população que lhe faz frente em várias circunstâncias, com resultados trágicos. Um dos mais conhecidos passou-se entre S. Tiago de Riba Ul e Arrifana (Feira), onde foram mortos dois oficiais franceses pelos populares, o que levou o general Soult a tomar vingança, mandando saquear e incendiar esta última povoação, fuzilando cerca de 300 pessoas, homens, mulheres e crianças, como conta no teor de uma lápide comemorativa a que chamam “as alminhas dos franceses” na vila de Arrifana e cujos assentos são apresentados no livro.

Um episódio significativo. Relatos deste género encontram-se em todas as localidades desde Murtosa e Estarreja, passando pelas terras de Vale de Cambra, Arouca e Castelo de Paiva, até Grijó (em cujo mosteiro se aquartelaram os franceses).
Baseado em documentos que transcreve, Samuel Oliveira apresenta relatos de morte e enterrramento de que destacamos este episódio significativo:
O Padre João de Sá Rocha [que era capelão das freiras do Convento de Monchique,no Porto], natural de Anta, foi fuzilado em 11 de Maio de 1809, no lugar de Esmojães, freguesia de Anta, pelos soldados de Soult, por este se ter recusado a revelar-lhes a confissão do salteador e assassino Catafula, como exigiam para descobrirem os guerrilheiros que teriam sido cúmplices de Catafula na morte de três soldados franceses, a 10 de Maio d 1809 quando passavam ela estrada real entre os Carvalhos e o Picoto de Argoncilhe. Esta morte foi particularmente violenta, porque os cadáveres dos mortos, incluindo a mãe e um irmão do padre, foram pendurados num pinheiro, até que depois da partida dos franceses lhes deram cristã sepultura. Nesse local ou próximo dele se ergueram depois umas alminhas e se marcaram em um pinheiro sete cruzes, até que este foi derrubado por um temporal em 1954.

São muitos os relatos, os registos paroquiais e os episódios que o autor regista neste livro, salientando mesmo cada uma das freguesias em que a horda francesa fez estragos. Das freguesias de Gaia revela o autor que apenas se livraram das tropas invasoras as freguesias de Crestuma, Lever, Oliveira do Douro, Olival, S. Félix da Marinha, Sandim, Seixezelo e Valadares (aquelas onde o autor não encontrou registos de óbitos). Note-se que, aparte S. Félix da Marinha e Valadares, se situam a oriente do concelho de Gaia, onde provavelmente não passou o exército invasor.

Desta investigação algo se pode concluir: que uma guerra apenas produz vítimas, não há registo de vencedores; que os que se supõem vencedores também morrem e que guarda deles a história?; o registo do padre que foi fuzilado e exposto o corpo por não revelar o segredo da confissão não consta no santoral, como tantos outros na história, mas é um bom exemplo trágico do dever cumprido; que nas guerras a vida humana é coisa sem valor, ou cujo valor é sempre submetido ao interesse, à ambição ou à vingança. Mesmo um relato meramente factual ou de registo burocrático obrigatório pode ensinar-nos mais que muitas teorias e bons conselhos.

Fonte:
Samuel Bastos de Oliveira, Os Mártires da 2.ª Invasão Francesa entre Douro e Vouga, Oliveira de Azeméis, Nov. de 2009.

Área de Serviço para Autocaravanas e Parque de estac. e Pernoita de Arouca:
GPS N 40º55'33" W 08º15'01"

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RECRIAÇÃO HISTÓRICA II - BEATIFICAÇÃO DE STª MAFALDA - AROUCA



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BEATIFICAÇÃO:


A Recriação Histórica II, que damos aqui destaque através de fotos e videos, realizados em 2017, é uma recriação fiel dos acontecimentos reais da época, em que os personagens encarnam na perfeição o papel que foi efetivamente executado aquando da beatificação da Rainha Santa. Veja a nossa reportagem seguinte a III Recriação Histórica - As invasões Francesas.


HISTÓRIA DA BEATA D. MAFALDA:


Beata Mafalda de Portugal Amarante, 1 maio 1200 - 1257. Filha de D. Sancho I - Ordem de Cister. Fundadora do Mosteiro de Santa Maria de Arouca. Beatificação pelo papa Pio VI em 1793. Mosteiro de Santa Maria de Arouca. Mosteiro de Santa Mafalda. Portugal.



Torre do Tombo, Mosteiro de Santa Maria de Arouca.
Carta de doação de dois casais na vila de Melareses feita pela Abadessa D. Maior Martins e pelo Mosteiro de Arouca a Pelágio Gonçalves, por vontade da rainha D. Mafalda. 1251-05-15. Ordem de Cister, Mosteiro de Santa Maria de Arouca, gav. 3, mç. 3, n.º 39.
Inquirições de testemunhas e traslados de documentos respeitantes à beatificação e canonização de D. Mafalda, filha de D. Sancho I. 1675 – 1694. Portugal, Torre do Tombo, Ordem de Cister, Mosteiro de Santa Maria de Arouca, liv. 209.



Processo apostólico na causa da beatificação e canonização de D. Mafalda, rainha de Castela, filha de D. Sancho I, rei de Portugal e religiosa no Mosteiro de Arouca, da Ordem de Cister. Mitra Episcopal de Lamego, liv. 64, e 65.1195 - Nascimento de D.Mafalda, filha de D.Sancho I. 1210 - D.Sancho I dá-lhe em testamento o Mosteiro de Bouças e de Arouca. 1211 - Morte D.Sancho I e sucede-lhe Afonso II que tenta despossar suas irmãs dos bens legados. 1215 - Casamento de D. Mafalda com Henrique I de Castela. 1217 - Recolhe-se no Mosteiro de Arouca após a anulação do seu casamento por laços proximos de consanguinidade. 1256 - Morre em Tuias. 1616 - Abertura do tumulo onde se encontra o corpo incorrupto. 1793 - Beatificação da Rainha Santa Mafalda, Por Pio VI. 


Existem muitas lendas, e contos sobre a Rainha Santa Mafalda, a qual não chegou a ser canonizada.
Traslados de documentos respeitantes à canonização de D. Mafalda, filha de D. Sancho I e de D. Joana, filha de D. Afonso V. 1757. Portugal, Torre do Tombo, Ordem de Cister, Mosteiro de Santa Maria de Arouca, liv. 210.

Fonte: Torre do Tombo


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RECRIAÇÃO HISTÓRICA I - MOSTEIRO DE STª MAFALDA - AROUCA




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1ª PARTE VIDA MONÁSTICA:::
Introdução em direto no local para FB
ASA Arouca com parque de merendas
A Recriação das vivencias, da clausura, e da envolvencia monástica com a população de Arouca à volta do seu Mosteiro, é sem dúvida um grande evento que envolve não só o município, como os seus munícipes em torno desta realística recriação histórica. A recriação vai desde a transladação das reliquias fisicas da Rainha Santa Mafalda, como também as invasões francesas, ou a tentativa falhada, para tomarem de assalto o Mosteiro e o território de Arouca. UM GRANDE EVENTO NACIONAL. Veja a reportagem.


HISTÓRIA DO MOSTEIRO:

Segundo a documentação existente, o antigo mosteiro de S. Pedro data do séc. X. No ano de 1210 o Mosteiro de Arouca é legado a D. Mafalda, por seu pai, D. Sancho I, Rei de Portugal. No entanto, o início do seu padroado ocorre apenas em 1217 ou mesmo 1220. Embora nos seus primórdios a regra adoptada no Mosteiro tenha sido a da Ordem de S. Bento, no início do séc. XII viria a ser adoptada a da Ordem de Cister, que se manteria até aos finais do séc. XIX.



Mosteiro de Santa Mafalda:

ORDEM DE CISTER:

Nos sécs. XV e XVI foram realizadas diversas obras de reconstrução e ampliação do Mosteiro, datando o imponente edifício, tal como vemos hoje, dos sécs. XVII e XVIII.



Claustros do Mosteiro:

Os espaços mais notáveis de todo o conjunto são a Igreja, o Coro das Freiras, os Claustros, o Refeitório e a Cozinha. Merece referência especial o magnífico Museu de Arte Sacra que nele se alberga - um dos melhores, no seu género, em toda a Península Ibérica -, no qual, para além de múltiplos objectos de culto, paramentos, peças de mobiliário, manuscritos litúrgicos, se podem encontrar peças raríssimas nas artes da escultura, pintura, tapeçaria, ourivesaria, etc.

O Mosteiro de Arouca foi classificado como Monumento Nacional pelo decreto de 16-06-1910. Z.E.P., D.G. 2.ª Série, n.º 164 de 15-07-1960. Está sob a responsabilidade do Instituto Português do Património Arquitectónico e Arqueológico.

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ENCONTRO DE AUTOCARAVANAS SOLIDÁRIO A CASTANHEIRA DE PERA


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Decorreu o 3º Encontro de Autocaravanas em Castanheira de Pera, em que foi denominado de Encontro Solidário.

Fizemos todas as refeições na restauração de Castanheira de Pera, a saber o Restaurante o Gil (1) e (2) duas no "Restaurante O Assa" propriedade do bombeiro Gonçalo que corajosamente deu a vida pela comunidade. Estamos aqui numa missão solidária no Encontro de Autocaravanas na Praia das Rocas para dar um abraço de solidariedade a todos os Castanheirenses. Através do Turismo Itinerante, fizemos todo o consumo no comércio tradicional.



É de facto arrepiante e catastrófico o cenário devastador que visionamos no IC8 a caminho de Castanheira de Pera. Também na viagem que a C.M. de Castanheira de Pera gentilmente nos concedeu cedendo o seu autocarro para que pudesse-mos visitar a maior exposição de concertinas e acordeons da Europa em Vila Facaia. 




Os caminhos para Vila Facaia são estreitos, e não seria possivel estacionar as autocaravanas naquela zona sinuosa. Durante a viagem todos tiveram oportunidade de visionar o estado catastrófico em que Castanheira ficou ao nível da vegetação verde, que desapareceu, e também das empresas (principalmente ligadas às madeiras) que sofreram danos volumosos nas suas estruturas, que ficaram arrasadas pelo fogo.




Agradecemos uma vez mais toda a hospitalidade e simpatia da Câmara Municipal de Castanheira de Pera, e da Junta de Freguesoa de Castanheira e Coentral, bem como à Direção da Prazilândia. 

MUITO BRIGADO.



PROMOÇÃO DO ENCONTRO:::
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DE 14 a 16 DE JULHO
Este ano o 3º Encontro de Autocaravanas de Castanheira de Pera, vai ser realizado e participado com uma simbologia especial de SOLIDARIEDADE, devido ao flagelo que assolou toda esta região, nomeadamente Castanheira de Pera, que tão nobre atitude teve para com todos os autocaravanistas, ao proporcionar-nos uma excelente Área de Serviço, e Parque de Autocaravanas, bem junto ao complexo da Praia das Rocas, uma iniciativa do companheiro Arlindo Dinis numa parceria da Câmara Municipal, com o Grupo AuToCaRaVaNiStA Português. Nesta hora dificil, em que os Castanheirenses andam tristes e deprimidos pelos recentes e catastróficos acontecimentos com os incêndios, que, diretamente, ou indiretamente, prejudicaram toda a população, é o minimo que podemos fazer, contribuir com a nossa presença solidária.. Todos sabemos que a região mais prejudicada foi sem dúvida Pedrogão Grande, mas cabe-nos a nós autocaravanistas aproveitar este Encontro que já vai na sua 3ª edição, e sempre nesta data, para agradecer ao Município de Castanheira de Pera, as infraestruturas de apoio, que em tempo útil, nos proporcionou. BEM HAJAM POR ISSO.



VAMOS ENTÃO DAR UM ABRAÇO DE SOLIDARIEDADE A CASTANHEIRA DE PERA. PARTICIPE COM A SUA PRESENÇA, E COM A SUA AJUDA GASTANDO NO COMÉRCIO TRADICIONAL, RESTAURANTES, BARES E AFINS. ESSE SERÁ A NOSSA FORMA DE AJUDAR E DAR ALENTO A TODAS ESTAS PESSOAS QUE ESTÃO A PRECISAR DE UM SORRISO, E UM PEQUENO GESTO FARÁ TODA A DIFERENÇA.

"PARTICIPE" NÃO NECESSITA INSCRIÇÃO. 




TEMOS 1 BILHETE GRÁTIS PARA CADA AUTOCARAVANA PARA ENTRADA NA PRAIA DAS ROCAS. UMA OFERTA PRAZILÂNDIA PRAIA DAS ROCAS.

GRANDES EVENTOS - GRANDES MOMENTOS

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SORTEIO - 9º ENCONTRO NAC. DE AUTOCARAVANAS - C. DE PAIVA

PREMIADOS:





PREMIADOS:

PRÉMIO VIDICAR - AUTOCARAVANAS.
Premiado: Companheiro António Cerqueira.
1 TV LED 12 V - PARABÉNS

9º Encontro Nacional de Autocaravanas C. Paiva.

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PREMIADOS:

PRÉMIO CAMPILIDER - AUTOCARAVANAS.
Premiado: Companheiro António Resende.
1 Inversor 1500 W - PARABÉNS

9º Encontro Nacional de Autocaravanas C. Paiva.

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PREMIADOS:

PRÉMIO C.M. CAST. PAIVA 
Premiado: Companheiro Álvaro Monteiro
1 Bicicleta - PARABÉNS

9º Encontro Nacional de Autocaravanas C. Paiva.

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INICIO DO SORTEIO NO DOMINGO CERCA DAS 10h00















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