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5º ENCONTRO NAC. DE AUTOCARAVANAS - AROUCA


Apontamento AuTocaRaVaNiStA:

5º Encontro Nacional de Autocaravanas - Arouca

Integrado no Festival da Castanha
De 26 a 28 de Outubro 2018.

Um grande Encontro em perspectiva.

Ver aqui a A.S.A. - Arouca

Parque reservado para todas as autocaravanas.
A organização agradece que não estacionem no espaço que vai estar reservado na zona da A.S.A.

SEXTA - Chegada dos autocaravanistas - noite com animação no Terreiro de Santa Mafalda e Pernoita no parque da feira reservado às autocaravanas
SÁBADO - Dia principal de atividades no extenso programa do Festival no Terreiro de Santa Mafalda e em toda a zona histórica da Vila.
DOMINGO - Continuação do Festival para quem quiser, e despedida

Apoio: Câmara Municipal de Arouca.

Espetáculos Musicais e Pirotécnicos
Teatros
Magustos
Tasquinhas
Provas
Workshops
Doçaria Conventual com Castanhas
Feira Agrícola
Restauração com gastronomia dedicada à castanha etc.

Não deixe de visitar o Território de Arouca. Há muito mais para além dos passadiços.

LOGÍSTICA A CARGO DO : G.A.P. - Grupo AuToCaRaVaNiStA Português
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SEGURANÇA E RESPONSABILIDADES:
A GNR é a força de segurança que está instalada no recinto do parque da feira, "parque de estacionamento das autocaravanas.
A responsabilidade pela segurança da autocaravana é exclusivamente de cada um.
A GNR recomenda que não deixe objetos de valor à vista, e tranque bem a sua autocaravana quando sair.
O parque de estacionamento é da responsabilidade da câmara municipal, que cede a título gratuito a sua utilização aos autocaravanistas para participarem no Festival da Castanha.
A logística, e a divulgação, está a cargo do GAP - Grupo AuToCaRaVaNiStA Português que foi o promotor da A.S.A de Arouca. Este evento é comemorativo dessa efeméride que aconteceu em 2014

REGULAMENTO DE PARTICIPAÇÃO:
A participação neste evento, é livre e gratuito, pelo que os autocaravanistas ao participarem estão cientes das suas responsabilidades, de que são os únicos responsáveis por si e pelos seus bens.
O GAP - Grupo AuToCaRaVaNiStA Português, não se responsabiliza por qualquer acidente, incidente, roubo, ou outra qualquer responsabilidade, que é imputada a cada um individualmente.
O GAP - Grupo AuToCaRaVaNiStA Português, só faz a divulgação deste evento nos seus canais próprios, com este regulamento único de aceitação obrigatória.
Se não concordar, não participe.

SEJA RESPONSÁVEL - DIGNIFIQUE O AUTOCARAVANISMO - E DIVIRTA-SE.

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10º ENCONTRO NAC. DE AUTOCARAVANAS DE C. PAIVA



Apontamento AuToCaRaVaNiStA:

10 Encontro Nac. de Autocaravanas de C. Paiva
INTEGRADO NA:
Feira do Vinho Verde, Gastronomia e Artes. de Castelo de Paiva.
Devido à nova lei da proteção de dados, e porque já toda a gente sabe que este evento é sempre no primeiro fim de semana de Julho, não faremos nenhuma promoção através de sms.


     AVISO IMPORTANTE:

Convidamos a que partilhem nas vossas páginas do FB, para que a informação chegue aos vossos amigos, caso desejem informa-los do evento.
Este encontro não terá arrumadores, pelo que se apela ao bom senso e organização individual de todos os autocaravanistas, para estacionarem nas respetivas filas por ordem, e não bloqueiem as entradas com estacionamentos no final ou a meio de cada fila. 


SEMPRE POR ORDEM NA FILA.
ASA DE CASTELO DE PAIVA

É mau para todos a desorganização, porque criam lugares vazios a meio, que depois são ocupados por automóveis! Cabe a cada um de vós ser igualmente um membro da organização.
O interesse de uma boa organização no estacionamento é de todos, e a responsabilidade também.
O formato organizacional mudou um pouco, passando a responsabilidade a ser dividida por todos por igual.




ATENÇÃO MUITO IMPORTANTE:
BEBA COM MODERAÇÃO
Não interessa se vão 10, 100, ou 1.000, interessa é que os que vão, o façam com consciencia redobrada para que tudo corra pelo melhor. Participação Livre, e Gratuíta.
DA NOSSA PARTE, G.A.P. NÃO É NECESSÁRIO QUALQUER INSCRIÇÃO OU PAGAMENTO. 





A ORGANIZAÇÃO DO EVENTO "G.A.P." NÃO SE RESPONSABILIZA POR ROUBOS, ACIDENTES, OU INCIDENTES COM VEÍCULOS, BENS, PESSOAS, E ANIMAIS.

CADA UM É RESPONSÁVEL POR SI.

NOTA FINAL:
Só utilizamos os nossos meios de comunicação. Se quer receber as nossas notificações de informação dos nossos eventos, faça gosto nas nossa páginas do FB: 

O G.A.P. DESEJA UMAS ÓPTIMAS FESTAS E EXCELENTE ESTADIA

G.A.P. - GRANDES EVENTOS - GRANDES MOMENTOS

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VEIROS - ESTREMOZ - ÉVORA


Apontamento AuToCaRaVaNiStA:

Veiros é tipicamente Alentejana, pertencente ao município de Estremoz, distrito de Évora, Portugal. Veiros é mais conhecido pelo seu castelo, contudo tem outro património valioso, como o pelourinho em marmore, a Igreja matriz, e outros monumentos religiosos que mencionaremos na sua história.

             HISTÓRIA:
Esta Vila já tinha termo próprio em 1258, conforme se infere do Foral de Estremoz.
Em 1534 era sede de Vigararia, tendo a Paróquia 500 fogos.
A primitiva Matriz desapareceu, sendo substituída no século XVI pela actual.
Teve Foral novo, dado por D. Manuel, a 2 de Novembro de 1510.
A Vila de Veiros foi cabeça de Comenda e pertenceu à Ordem de Avis.

Foi sede de Concelho, sendo em 1826 constituído pelas Freguesias de Almuro, Santo Amaro e Veiros.
O Concelho foi extinto pelo Decreto de 24 de Outubro de 1855, pelo qual passou para o Concelho de Fronteira. Por Decreto de 4 de Novembro de 1872 passou para o Concelho de Monforte e, pelo Decreto de 26 de Setembro de 1895, passou finalmente para o de Estremoz.

O Orago é S. Salvador.

Fonte: Junta de Freguesia de Veiros...


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...
A actual Vila de Veiros nasceu do de um antigo Castro, que sofreu até I D.C. breve ocupação romana. Foram encontrados diversos vestígios arqueológicos da época da romanização e desde o século V, pelo menos, que Veiros existe como povoação. Em 1217 foi conquistada por D. Afonso II aos Almóadas, que eram os senhores da Taifa de Badajoz do Algarbe Alandalus, e anexada ao reino de Portugal. Foi então repovoada e integrada numa comenda da Ordem de Avis.

Foi vila independente, e em 1258 recebeu Foral de D. Afonso III e em 2 de Novembro de 1510 recebe de D. Manuel I novo Foral.
Foi pertença da Casa de Bragança, aqui nascendo o seu primeiro duque, D. Afonso I de Bragança, facto assinalado no seu brasão de armas. Foi vila sede de concelho entre 1510 e 1855, tendo então transitado para o município de Fronteira, seguidamente para Monforte, e finalmente para Estremoz, onde hoje se situa. 

Era constituído pelas freguesias de Almuro, Santo Amaro e Veiros. Tinha, em 1801, 1 321 habitantes. Após as reformas administrativas do início do liberalismo foram-lhe anexadas as freguesias de Santo Aleixo e São Bento de Ana Loura. Tinha, em 1849, 2 456 habitantes. Desconhece-se a data de construção do castelo de Veiros, sabendo-se apenas que a sua torre de menagem foi começada em 1308, no reinado de D. Dinis (r. 1279-1325), por ordem do então mestre da Ordem de Avis, D. Lourenço Afonso.

O CASARIO E AS SUAS CHAMINÉS:

O mestre-de-obras foi o pedreiro Pero Abrolho, conforme está inscrito na lápide comemorativa que estaria embutida sobre a porta de entrada da Torre de Menagem (esta destruída completamente por ordem de D. João de Áustria em 1662), a qual se encontra agora sobre um pequeno muro.



             CASTELO
O castelo tem planta ortogonal e está construído em alvenaria de xisto, com cunhais de granito e mármore. O adarve (caminho interior junto ao topo da muralha, principalmente para circulação de soldados durante vigias ou batalhas) foi reforçado durante as Guerras da Restauração, no reinado de D. Afonso VI (r. 1656-1675), de forma a adaptar-se às novas práticas de guerra que incluíam a utilização de artilharia pesada (construção de rampas e esplanadas para livre circulação e utilização de canhões).

As suas 4 portas foram implantadas segundo os pontos cardeais, subsistindo apenas 3 (Norte, Sul e Oeste), estas ladeadas, cada uma, por duas torres cilíndricas. Da desaparecida porta Este subsistiu uma torre que está, desde o século XVIII, ocupada pelo relógio, junto à Igreja Matriz. De referir também que a porta Norte, segundo António Rafael Carvalho e Isabel Fernandes, aparenta ter sido construída em época muçulmana, durante os séculos VIII ou IX.
Horário: Solicitar chave no Asilo de N.ª Sr.ª do Perpétuo Socorro, na Tv. do Ferrompeu.


PATRIMÓNIO:
Igreja Matriz de Veiros ou Igreja de São Salvador (Veiros)
Castelo de Veiros
Pelourinho de Veiros
Igreja de São Bartolomeu (Veiros)
Capela de Sta. Luzia
Capela de São Geraldo
Capela do Senhor da Ribeira
Sobreiro de S. Geraldo
Fonte do Cavalo
Fonte do Esquinto

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NISA - ALENTEJO - PORTALEGRE



Apontamento AuToCaRaVaNiStA:

VILA DE NISA - ALENTEJO:

Nisa é uma típica Vila Alentejana, pertencente ao distrito de Portalegre, Portugal.
Vila muito airosa com boa luz, bem cuidada, e pessoas simpáticas.
Ao nível gastronómico, e pela composição populacional, não encontramos restauração com variedade de pratos típicos alentejanos, para além de alguns relacionados com o porco preto.


Casa dos Cestos da Dª Beatriz

Nesta visita, fizemos a pernoita no jardim da praça principal da vila, com muito boa localização, perto de bares, e esplanadas, e com vistas privilegiadas. Pessoas simpáticas e de boas falas como a senhora Dª Beatriz da casa dos cestos, casa de artesanato com artigos típicos alentejanos e dedicados a Nisa, bem no centro da vila. Para ela um grande abraço nosso pela simpatia.



              HISTÓRIA:
Atendendo às últimas investigações sobre a fundação da Vila de Nisa da responsabilidade do Prof. Carlos Cebola, podemos avançar com factos novos que vieram trazer uma nova versão da mesma o que muito enriqueceu o nosso conhecimento sobre a história de Nisa. Neste sentido os factos apresentados são fruto dessa investigação.


IGREJA MATRIZ:

Em 1199 D. Sancho I doa a Herdade da Açafa à Ordem do Templo, este território era delimitado, de modo muito sumário a norte pelo Rio Tejo e a sul detinha parte do território dos actuais concelhos de Nisa, Castelo de Vide e parte do território espanhol junto á actual fronteira. Estas doações tinham como objectivo fixar moradores em zonas ermas e despovoadas e consequentemente defender o território.




Os Templários edificaram uma fortaleza que os defendesse dos infiéis e sinalizava a posse desses territórios. Ao mesmo tempo o monarca anuncia a vinda de colonos franceses, que chegaram de forma faseada, sendo o último grupo destinado ao povoamento do território da Açafa.



Instalaram-se junto das fortalezas construídas pelos monges guerreiros e aí ergueram habitações, fundaram aglomerados populacionais a que deram o nome das suas terras de origem. É neste sentido que surge possivelmente o de Nisa, ou seja sendo os primeiros habitantes oriundos de Nice, ergueram aqui a sua “ Nova Nice” ou melhor dizendo, a Nisa a Nova, que encontramos nos documentos, e quando surge o termo Nisa a Velha, este refere-se á sua antiga terra de origem, a Nice francesa.


Assim terão nascido Arêz (de Arles), Montalvão (de Montauban), Tolosa (de Toulouse), cidades do Sul de França.
O primeiro Foral foi dado à Vila de Nisa entre 1229 e 1232, pelo Mestre Dom Frei Estêvão de Belmonte. Em 1512 D. Manuel I atribuiu novo Foral á Vila, aparecendo a palavra Nisa escrita com dois “ss “, ou seja Nissa, provavelmente sob a influência da palavra Nice.


Em 1343, D Afonso IV estava em guerra aberta com o seu genro, Afonso XI de Castela, o que colocava em risco toda esta zona fronteiriça, daí o Mestre da Ordem ter solicitado ao Rei a construção de uma muralha para protecção da população, pedido este que foi aceite.




PELOURINHO:

D João I atribui o título de “ Notável” à Vila de Nisa e D. João IV por carta régia de 13 de Outubro eleva Nisa à Categoria de Marquesado, de que fez mercê a D. Vasco Luís de Gama, 5º Conde da Vidigueira.




Ao Concelho de Nisa foram anexados os de Arêz e Montalvão por decreto de 6 de Novembro de 1836 e os de Alpalhão e Tolosa no decreto de 3 de Agosto de 1853, tendo sido desanexadas em 1895 e novamente anexadas em 1898.


A freguesia de Amieira do Tejo passou para o concelho do Gavião em 1836, mas transitou para Nisa através de decreto de 26 de Setembro de 1895. 

Fonte: www.cm-nisa.pt


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ALEGRETE - PORTALEGRE



Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


Alegrete é uma freguesia Alentejana, Portuguesa, do concelho e distrito de Portalegre. 
Alegrete faz jus ao nome, porque de facto tem uma imagem bastante colorida e alegre, muito agradável á vista, e cuidada. Destaque para o seu castelo com vista de horizontes imensos, e paisagísticos. A praça com o seu coreto, (tem WC por baixo) e fontanário centenário, tem como postal ilustrado o conjunto da torre sineira e relógio, a igreja matriz, e a capela, que em conjunto faz um postal ilustrado de arregalar a vista a qualquer um. Sem dúvida uma das belas aldeias tradicionais portuguesas.


GASTRONOMIA:

Existe por ali alguma restauração, que á nossa visita estava fechada, excluindo o tasco do Sr. João, que disse logo que tinha vinho bom. Acabamos por comer bacalhau, porque as alternativas já não eram muitas, e a vontade por carne, depois de uns pezinhos de coentrada ao almoço, já não era o mais desejável. O vinho do João era realmente bom, e os frequentadores não deixavam enganar. No centro vimos também um café, cervejaria, que serviam pratinhos de presunto, e comida rápida.


              HISTÓRIA:
Para além de gozar de uma invejável localização geográfica, a Vila de Alegrete merece também destaque pela sua localização estratégica num ponto alto e de difícil acesso, o que lhe permitiu por diversas vezes ser protagonista da História de um Portugal guerreiro e conquistador. Não obstante tudo isto, a história de Alegrete continua envolvida num obscurantismo inexplicável: alguns sabem onde se situa; poucos sabem lá ir ter e quase nínguem passeou pelos seus caminhos tentando daí extrair elementos que ajudassem a explicar o seu passado histórico.

Encontrando-se ainda escassamente documentada, a Vila de Alegrete possui alguns vestígios históricos de antigas civilizações que povoaram a península Ibérica, nomeadamente Romanos. A presença dos Romanos no território português data de 218 a.C., altura em que se verificou o desembarque das tropas que pretendiam terminar com o domínio exercído pelos Cartagineses na Hispania. Não existindo descrições geográficas concretas relativamente a esse período histórico, é quase impossível precisar quais os limites territoriais ocupados por cada grupo ou povo.
Assim sendo, uma dessas civilizações poderia ter sido a dos Célticos. Não obstante a designação de Célticos ou Celtici atribuída por Estrabão, Plínio e Mela aos habitantes do Alentejo, pode não corresponder a uma tribo única e tal nome pode estar relacionado com vários grupos de origem indo - europeia e de etnia Celta.

Tendo em conta que só existe documentação escrita relativa a Alegrete a partir do período da Reconquista Cristã, tudo leva a crer que, durante a primeira vintena do Século V, a Vila tenha sido devastada pelos Vândalos, devastação essa que teria terminado já com os Alanos, responsáveis pelo repovoamento e reedificação da mesma. Ainda assim, podemos também especular relativamente à presença de um outro povo bárbaro: os Suevos. 


Tendo invadido a Península Ibérica nos inícios do Século V, tendo chegado por terra ou por via marítima, os Suevos encontraram-se já instalados na Galécia (antiga denominação da Galiza) em 411 d.C. Povo guerreiro, os Suevos rapidamente entraram em declínio.

Já em pleno Século VIII e até 1160, a Vila de Alegrete foi ocupada e conquistada pelos Mouros. Tendo-se a Reconquista Cristã iniciado várias décadas depois, só em 1160 se verificou a expulsão Islamita por D. Afonso Henriques.
Alegrete acabou por ser formalmente incorporado na coroa portuguesa em 1267, mediante o tratado de Badajoz - tratado no qual Castela reconhecia a soberania plena de Portugal no Algarve - celebrado entre D. Afonso III e D. Afonso X (de Castela).

Segundo consta D. Afonso III (1248-1279) teria encontrado a Vila de Alegrete bastante vitimada pelas sucessivas batalhas que nela se tinham travado, o que terá encorajado o Monarca a iniciar uma série de trabalhos com vista à sua reedificação.
O seu sucessor D. Dinis (1279-1325) continuou a promover o seu repovoamento. D. Dinis mandou edificar o Castelo e estimulou a construção da muralha envolvente, em 1319.



Consta que estas últimas teriam sido erqguidas pelos habitantes com a condição de se tornarem independentes da jurisdição de Portalegre. D. Dinis foi também o responsável quer pela edificação de uma torre, quer ainda pela elevação de Alegrete à categoria de Vila, ao outorgar-lhe um foral seguido de uma série de outros privilégios. Entre estes o que mais merece referência é o que refere estarem os seus habitantes dispensados de contribuírem com soldados para o exército desde que defendessem a Vila dos ataques castelhanos.




Durante todo este período o Castelo manteve-se inserido em constantes lutas guerreiras. Nos anos 80 do Século XIV, os habitantes de Alegrete aderiram à causa do Mestre Avis e em 1475, no reinado de D. Afonso V, Afonso Monroy conquistou a Vila, tendo a mesma sido retomada, dois anos mais tarde, pelo futuro D. João II.




D. Manuel I foi responsável pela atribuição de um novo foral à Vila de Alegrete, a 14 de Fevereiro de 1516. Neste eram confirmadas todas as regalias anteriormente adquiridas pela população total - medida aliás seguida por D. João V (1706 - 1750), que viu nessas ratificações recompensas pelo facto da praça não mais ter sido tomada desde o reinado de D. Afonso Henriques.

Já no período da Guerra da Restauração, a povoação de Alegrete voltou a estar no centro das atenções, continuando alerta e participativa e disponibilizando, sempre que necessário, o seu castelo para a defesa do reino.

Sabe-se que em Julho de 1664 e devido aos constantes desgastes de que era alvo devido às referidas guerras, o Marquês de Marialva mandou realizar diversas reparações para que a praça ficasse devidamente defendida.
Já no reinado de D. Pedro II (1683 - 1706), o Monarca concedeu o título de Marquês ao Conde de Vila Maior, Manuel Teles da Silva, apesar de não se saber o que terá feito por Alegrete. Sabe-se contudo, que por esta altura, Alegrete tinha assento nas cortes, nas quais lhe competia ocupar o lugar n.º82, no 10.º banco. 

A Vila possuía já Juízes ordinários, três vereadores, um procurador do concelho e escrivão da Câmara.

Segundo dados recolhidos, em 1821, Alegrete era Concelho no Alentejo, comarca e divisão eleitoral de Portalegre, possuindo 239 fogos e 1118 habitantes.


De harmonia com a reforma territorial, baseado na lei de 26 de Junho de 1855 e em diploma firmado por D. Pedro V, foi suprimido o concelho e julgado de Alegrete.


Voltamos a encontrar informações referentes ao ano de 1920, já no período de queda da II República. Ainda assim, são dados estatísticos que recaem sobre demografia da Vila, ficando-se a saber que Alegrete tinha 2560 habitantes.

Fonte: http://www.freguesias.pt/



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