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PENAMACOR - CASTELO BRANCO

Apontamento AuToCaRaVaNiStA:
Penamacor é uma Vila Portuguesa pertencente ao Distrito de Castelo Branco, Região Centro de Portugal. Vila de origens muito antigas, onde se destacam as ruínas do Castelo e a Torre de Menagem, a única parte preservada do Castelo, já que foi palco de violentos ataques, pela proximidade de fronteira com Espanha. O Pelourinho e a Igreja Matriz também merece uma referencia apreciada. Penamacor foi o local de pernoita, para no dia a seguir começar a nossa incursão pelos Castelos de Alfaiates, Vilar Maior, e Vila do Touro, tudo no Concelho do Sabugal.




              HISTÓRIA:
As origens de Penamacor estão envoltas na bruma dos tempos, pouco ou quase nada se conhecendo a esse respeito. Só a partir do reinado de D. Sancho I é que a história de Penamacor se define com alguma clareza. Dizem alguns ter sido esta vila pátria do rei Wamba, o famoso rei dos Godos que governou a península desde 672 até 682. D. Sancho I, conquistou Penamacor aos Mouros e reconstruiu-a. Deu-lhe foral em 1189 e entregou-a aos Templários na figura do mestre D. Gualdim Pais, que a fortificou.

O nome desta vila, segundo uma das lendas, terá origem num célebre bandido, que aqui terá habitado, de nome Macôr. Segundo dizem, este salteador vivia numa caverna a que davam o nome de Penha. Com o passar dos tempos, o nome adulterou-se e passou a chamar-se Pena, ficando assim a terra a ser conhecida por Penha de Macôr ou Pena Macôr. Segundo outra versão uma luta feroz entre os seus habitantes e salteadores originou tanto derramamento de sangue e de tão má cor, que a vila ficou a ser conhecida por Penha de má cor.

Ainda outra refere, que nesta zona existiam duas povoações, ambas localizadas em montes, Pena de Garcia e Pena Maior. Com a adulteração da pronúncia Castelhana, Magor passou a ser Macor, dando origem a Pena Macor. Seja qual for a origem do nome, o certo é que representa uma das vilas mais bonitas e castiças do País. O desenvolvimento da vila, nos finais do século XII, deve-se à necessidade de protecção da fronteira portuguesa, pelo que foi construído um grande castelo, de que ainda hoje restam vestígios, considerado monumento nacional.


Fonte: Wikipédia

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