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COLLEVILLE-SUR-MER - CEMITÉRIO AMERICANO - NORMANDIA - FRANÇA

Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


Quem visita Colleville-Sur-Mer, vem sobretudo para homenagear os combatentes da 2ª guerra Mundial, neste caso o mais importante cemitério Americano em França. Na realidade existem inúmeros cemitérios de guerra espalhados um pouco por toda a zona de guerra da Normandia, mas este cemitério é o espelho geral de que realmente os Americanos não brincam em serviço, e este local é um exemplo para o mundo que os Americanos não descuram os seus mortos seja lá onde for.

Posso atestar aqui pela honra e glória destes bravos, e vergo-me pessoalmente perante a estima, o esmero, a competência, a responsabilidade, o brio, e o brilhantismo, com que os americanos homenageiam e respeitam os seus mortos em combate. Não tenho palavras para descrever aquilo que senti perante aquilo que visionei. Já tinha enorme respeito pelos Americanos, mas, fiquei com mais ainda, depois de verificar este local que é um espaço territorial Americano vitalício, fora de qualquer jurisdição Francesa, e na minha modesta opinião, era o mínimo que a França poderia oferecer a quem deu a vida pela libertação de um País que nem era o seu. Não há imagens, vídeos, ou reportagem, que substituam a verdadeira realidade de ver com os nossos próprios olhos. - Nada!
O tratamento do terreno e da relva é executado diariamente por diversos homens e maquinaria de última geração, algumas das quais eu nunca tinha visto nada parecido, tecnologia de ponta. O espaço é enorme com vista para o mar e para a praia de Omaha.


O parque é um colosso para várias centenas de viaturas, tudo muito organizado, à entrada, uma grande portada com vista apenas para um bosque, não é permitido nenhum tipo de estacionamento cá fora mesmo quando o espaço é também enorme e convidativo. O Memorial é uma coisa de outro mundo, à entrada um detetor de metais, todos os objetos são colocados num cesto que posteriormente à frente nos foram entregues. O guarda Americano que controlava a entrada, para meu espanto falava muito bem Português, em toda a viagem ninguém dá uma para a caixa em Português, tinha que ser um Americano a saber falar a lingua de Camões, até aqui ganham aos pontos a todos os outros. No subterrâneo desde cinemas com projeções de filmes relacionados com a 2ª Guerra Mundial, salas de multimédia etc. Um verdadeiro espetáculo, fiquei rendido ao poderio Americano. Na próxima reencarnação quero ser Americano.


        HISTÓRIA:

Omaha Beach é uma das cinco praias de desembarque. O futuro da França e da Europa estava em jogo no dia 6 de Junho de 1944. Quando se visita esta praia que se estende por Vierville-sur-Mer, Saint-Laurent-sur-Mer e Colleville-sur-Mer, tem-se uma ideia mais clara do progresso das batalhas. O litoral Bessin é composto por penhascos de giz íngremes, que sobem mais de cem pés acima do mar. Inaugurado em 1956, o cemitério americano em Colleville foi projetada numa área de 70 hectares (170 acres), que foi cedido aos Estados Unidos pelo governo francês.
A visita começa pelo Centro de Visitantes, onde os detalhes da Operação Overlord são explicados. Lá fora, um diagrama de ponto de vista colocado na frente de um espelho de água, mostra as praias, onde as forças aliadas desembarcaram. Olhando para o Ocidente pode-se ver o cemitério e por trás dele, uma capela em forma redonda. O cemitério contém 9.387 lápides perfeitamente alinhadas numa extensão majestosa do relvado bem tratado e verde. Todos os dias às 16:30, os visitantes podem assistir a cerimónia da descida da bandeira. Ao som de um hino militar, a bandeira americana é recolhida e religiosamente dobrada. O cemitério Americano é o maior, o mais conhecido e o mais comovente dos cemitérios do desembarque na Normandia. Pode ainda assistir a uma visita virtual da praia de Omaha e do próprio cemitério Americano.

                                                                                                                     
Vale muito a pena uma visita:

Por ano mais de um milhão de visitantes vêm prestar homenagem ao cemitério Americano de Colleville-sur-Mer.

Museu e Memorial em Saint-Laurent-sur-Mer, Omaha:

No próprio local de Omaha Beach, o museu, que tem uma área de 13.000 m², exibe uma bela coleção de uniformes, armas, objetos pessoais e veículos. Inúmeras cenas, arquivar fotos vividas, mapas e um filme comentado por veteranos americanos, que explicam os desembarques na praia de Omaha e Pointe du Hoc.

      Estátua les Braves :

Na areia da praia de Omaha, em Saint Laurent sur ​​mer, ergue-se a estátua des Braves. Esta escultura de aço é uma homenagem bem em honra dos soldados que desembarcaram aqui em 06 de junho de 1944.

O Pointe du Hoc em Cricqueville-en-Bessin:

É o símbolo da coragem dos jovens soldados aliados. Este ponto famoso, foi um dos pontos fortes das fortificações alemãs.

A seguir fomos para Granville, um dos últimos bastiões do Muro do Atlântico. Aqui permanecem diversos bunkers na escarpa, e mesmo na direção da foz sobre a cidade. A não perder este final do ano de 1944, o derradeiro DIA D, e o fim de Hitler.
Fonte: http://www.normandie-tourisme.fr (Tradução e arranjos de textos: by jbmendes

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LA CAMBE - CEMITÉRIO ALEMÃO - NORMANDIA - FRANÇA

Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


Os Alemães mortos na guerra da Normandia estavam espalhados numa ampla área da costa Normanda, muitos deles enterrados em covas isoladas ou campo de batalha, ou mesmo em pequenos cemitérios. Alguns anos após o termino da 2 ª Guerra Mundial, o alemão War Graves da Comissão, Volksbund Deutsche Kriegsgräberfürsorge , decidiu criar seis principais cemitérios Alemães na área de Normandia, um dos quais aqui neste local de  La Cambe. O inicio dos trabalhos de transladação dos corpos e respectivas identificações começou em 1954. Durante este período, os restos mortais de mais de 12.000 soldados Alemães foram a sepultar "a partir de 1.400 locais" nos Departamentos de Calvados e Orne. O cemitério foi concluído em 1961, e inaugurado em Setembro do mesmo ano. Desde esta data, mais de 700 soldados foram encontrados posteriormente no campo de batalha, e agora estão também sepultados aqui.


No total, há 21.222 soldados Alemães, dos quais 207 desconhecidos e 89 não identificados estão enterrados numa vala "kamaradengraben", abaixo do túmulo central.

Desde meados da década de 1990 que existe um Centro de Informação sobre este cemitério, no qual se pode ver uma exposição permanente sobre o Deutsche Volksbund Kriegsgräberfürsorge , e também pode aqui consultar por computador as identificações dos militares aqui enterrados e respetivo numero da tumba. Pode ainda encontrar aquí literatura sobre este e outros cemitérios Alemães espalhados um pouco por toda a zona de combates na Normandia. 

Tem um aparcamento limitado que dará para cerca de 50 veículos e está equipado com WC. Cá fora nos jardins adjacentes existem diversos marcos de mortes em guerras até aos nossos dias. 
A entrada para o cemitério de La Cambe faz-se por uma porta estreita, logo de frente está o monumento aos mortos.
O cemitério está aberto diariamente das 08.00 - 19.00. O Centro de Informação está aberto diariamente das 08.00 - 12.00 e 13,00 - 19,00.
La Cambe é uma localidade Francesa da Região Administrativa da Baixa-Normandia do Departamento de Calvados.
A história de todo o acontecimento sobre o Dia D na costa da Normandia pode ser aqui consultada na barra lateral no portefólio deste Portal AuToCaRaVaNiStA.
A seguir Colleville-Sur-Mer, sob a praia de Omaha, o cemitério militar Americano. A não perder...

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BENOUVILLE - NORMANDIA - FRANÇA


Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


Benouville ficou conhecida pela tomada da Ponte Pegasus pelos marines Ingleses em 06 de Junho de 1944. 
Bénouville é uma Vila Francesa pertencente à região administrativa da Alta-Normandia, no departamento Seine-Maritime.
A Ponte Pegasus original era uma ponte móvel que fazia a passagem através do rio Caen, esta ponte tinha também um código, Euton 1, a Ponte sob o canal de L'orne tinha o código de Euton 2 e está situada em Ranville. 

A ponte Pegasus original pode ser vista no museu do Memorial Pegasus que fica situado ali mesmo ao lado. A ponte que agora faz a travessia do rio é uma replica. Após a passagem da ponte Pegasus no sentido, Arromanches - Benouville, encontramos o Tanque original das forças Britânicas com nome de batismo, centaur IV, estava armado com um canhão de 95mm, e foi utilizado no apoio aos Royal Marines no inicio da invasão Aliada.



Não menos famoso que a ponte, é o café que era frequentado pela divisão aerotransportada Britânica conhecida pela divisão Airborne 6. Existe uma placa em frente a este café dedicada a Lord Lovat e à sua divisão, e mesmo ao lado uma loja de venda, com souvenirs relacionados com o Dia D.


                HISTÓRIA:
Ponte Pegasus é o nome pelo qual ficou batizada a ponte sobre o Canal de Caen, em Bénouville, na região da Normandia, França, após ter sido tomada de assalto durante a Segunda guerra mundial por tropas britânicas transportadas por planadores comandadas pelo Major John Howard, na madrugada de 06 de Junho de 1944. O nome "Pegasus" deriva da insígnia que os militares aerotransportados britânicos ostentavam no uniforme, uma imagem de um cavalo alado, Pégaso.


A ponte do canal de Caen era uma ponte basculante, que elevava-se para a passagem de navios procedentes do Porto Fluvial de Caen. Após ter sido utilizada por muitos anos, a ponte original foi desmontada e removida para um museu próximo ao local, que possui diversos artefatos da Segunda Guerra Mundial e conta a história da ação militar. Em seu lugar, em 1994, foi erigida outra ponte, de características semelhantes, porém mais longa, e com elevação mais rápida.



Fonte: Wikipédia (Arranjos de textos e tradução para Português by jbmendes)

Recebemos por E-mail do Museu de Pegasus Bridge França, o seguinte pedido de divulgação:

VEJA AQUI O VIDEO

Le Musée de Pegasus Bridge:

Vous remercie de l’intérêt que vous portez à son Musée de Pegasus Bridge qui doit sa notoriété aux acteurs du 6 Juin qui l’ont créé à titre de reconnaissance insigne avec Françoise Gondrée en 1969 , fondatrice, le Haut Patronage, une équipe de bénévoles pendant tant d’années et qui est toujours en activité .

Si les donataires avaient jugé utile de donner leur collections au Comité du Débarquement, ils l’auraient fait. Ils avaient leur raison !

Ils doivent reposer en Paix et par respect pour eux en attendant le dénouement des procédures au Pénal engagées contre l’amiral Brac de La Perrière , Pdt du Comité
Du Débarquement

Il faut maintenant dénoncer le scandale !

Le Musée de Pegasus Bridge dit ‘Mémorial’-par l’amiral Brac de la Perrière pour tromper le public- il s’agit bien du même Musée - dont le siège est au Musée sur la commune de Ranville - que l’amiral Brac de la Perrière nous a usurpé avec toutes les collections, occupe, encaisse les entrées à notre détriment , en fait une foire à tout ……avec la connivence des institutions locales depuis plus de 10 ans.

Il faut maintenant dénoncer le scandale !

Si le Musée de Pegasus Bridge, propriétaire de toutes ses pièces, l’amiral Brac de la Perrière n’a strictement rien pour se justifier, d’où son emploi de coups bas , impostures…(aff. Independent, Berridge…), désinformation historique….. ,…………… en fait une foire à tout………
Notre combat depuis plus de 10 ans avance cependant. Les procédures au Pénal sont toujours en cours car le Musée de Pegasus Bridge ne cédera pas aux dénis de Justice , outrage aux victimes pour plaire aux marchands de complexes militaro-politico-touristiques sans Histoire et sans mémoire .

La démocratie doit être respectée et le patrimoine rendu !

Les élus, chacun et organismes, au courant , qui n’oseraient pas le dénoncer, confirmeront leur connivence avec les conséquences que cela pourra entrainer

Voir ”Conflit” dans le Menu de notre site https://www.pegasusbridge.fr

Rejoignez la liste des supporters en nous adressant un courriel/mail :museedepegasusbridge@wanadoo.fr
en créant un lien à votre site ou blog, en signant la pétition, en diffusant partout la vérité.

Françoise Gondrée , Présidente
Fondatrice du Musée de Pegasus Bridge
Pierre de Roquefeuil, Vice-Président
Conseil d’Administration
https://www.pegasusbridge.fr

http://normandie44.canalblog.com/archives/2012/09/15/25112183.html

mise à jour 10.10.2012



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ARROMANCHES-LES-BAINS - NORMANDIA - FRANÇA


Apontamento AuToCaRaVaNiStA:
Arromanches-les-Bains é uma cidade francesa pertencente à região administrativa da Baixa-Normandia, no departamento de Calvados.
Chegamos a Arromanches com a ideia de verificar os despojos da guerra que ainda permanecem na praia, os bunkers no famoso Muro do Atlântico construído pelos Nazis para defenderem a costa da Normandia de desembarques por parte dos Aliados, e também o famoso cinema 360º que relata os acontecimentos da 2ª Guerra Mundial em que esteve envolvida Arromanches.


Estes últimos momentos da viagem serão os mais fortes sobre a 2ª guerra mundial, já que a seguir visitamos os 2 mais importantes cemitérios desta batalha, o Americano, e o Alemão. O parque no cimo da falésia, é pago, 5€ por 24 horas, é bastante grande, tem~se uma vista deslumbrante, vê-se toda a costa da praia onde decorreu o desembarque e o palco de guerra. Permite tolde mesas e cadeiras no espaço relvado, de qualquer forma pedimos autorização ao porteiro responsável pelo parque.

Última nota; fomos conduzidos por um carro da polícia até este parque, já que no centro da Vila todos os espaços estavam lotados, saliento mais uma vez a simpatia das policias Francesas com os turistas, pelo menos em relação a nós, não vimos nada que se parecesse a Portugal relativamente à caça à multa, nem tão pouco policia a controlar transito, não vimos acidentes, e todas as estradas, autoestradas em que circulamos foi de custo ZERO (Portagens em 5.000 Km - 0 €) excluindo a ponte da Normandia 6 €.
Durante a Segunda guerra Mundial, a pequena vila de Arromanches, que fica localizada entre dois morros escarpados, foi escolhida pelos aliados para receber um dos dois portos artificiais "Mullberry", que foram utilizados para desembarque de tropas e equipamentos.

Os remanescentes deste porto, nomeado pelos Ingleses "Porto Winston", em homenagem ao seu idealizador, Sir Winston Churchill, ainda hoje podem ser observados na praia de Arromanches.
Também lá se podem encontrar o Museu do Desembarque, "Musée du Débarquement", um cinema 360º, também pousadas, restaurantes e pequeno comércio.
No dia 6 de Junho são realizadas comemorações alusivas ao desembarque aliado na Normandia, no Dia-D.
É uma comunidade que tem no turismo a sua atividade mais importante.

HISTÓRIA:

O plano do grande ataque à zona francesa foi elaborado pelos mais respeitados generais dos Estados Unidos, entre eles estava o general Dwight David Eisenhower (que, em 1952 se tornaria o presidente dos Estados Unidos da América), Comandante Supremo das Forças Aliadas, e por grandes homens ingleses, entre eles, o Primeiro Ministro Winston Churchill. Olhando o mapa do território, os comandantes aliados chegaram à conclusão de que além de desembarcar soldados e equipamentos na costa da Normandia, paraquedistas (que na época eram os soldados da Airborne) deveriam ser lançados em lugares estratégicos, tomando pontes, vilas, etc. e executando missões de sabotagem. Toda essa estratégia, elaborada por mais de três anos, deu certo. Logo após o salto dos paraquedistas, mesmo tendo eles se espalhado caoticamente por toda a Normandia, entre os aliados dizia-se que o erro de Hitler ao criar a Muralha do Atlântico foi não ter colocado um telhado nela..

O ENVOLVIMENTO SOVIETICO:
Foi na Conferência de Teerão que pela primeira vez Stalin ouviu falar da Operação Overlord, o nome código do grande desembarque anglo-saxão nas costas da França Atlântica, que seria realizado em 5 de junho de 1944, coordenado com a invasão do sul daquele mesmo país. Stalin não aceitara o plano de Churchill de uma operação de vulto partindo dos Balcãs, para dali abrir um flanco na defensiva alemã da Europa Central. Achou que aquilo era pura tergiversação, uma embromação de Churchill feita às custas do Exército Vermelho que ainda tinha que passar por um inferno para empurrar os alemães para fora da Rússia. Para ele era evidente que o caminho mais curto para o fim a guerra era simplesmente os aliados ocidentais atravessarem o Canal da Mancha, libertar a França, ocupar a região industrial do Ruhr, e, sintonizados com os soviéticos vindos do leste, levar os nazis à capitulação. Roteiro que rapidamente ganhou o apoio de Roosevelt. Em troca desse gesto, da folga que o soldado russo teria, Stalin comprometeu-se - assim que a guerra contra Hitler se encerrasse, a declarar guerra ao império japonês para acelerar o fim do conflito na Ásia.
Os “Três Grandes”, aproveitando a ocasião, também acertaram que as operações militares de maior vulto seriam doravante sincronizadas, fazendo com que uma ofensiva no fronte ocidental fosse de imediato seguida por um ataque no fronte oriental. Dessa maneira, agindo como um torniquete, as forças armadas aliadas levariam o regime de Hitler à sufocação e à derrota final. O que para acontecer arrastou-se ainda por dolorosos e sangrentos 18 meses de guerra. O único momento emotivo daquele primeiro encontro dos “Três Grandes”, deu-se por ocasião da entrega solene de um presente a Stalin. O ditador, que parecia sempre ser uma esfinge aos seus parceiros da conferencia, frio, desconfiado e distante, veio a derramar discreta lágrima quando Churchill presenteou-o, em nome de Sua Majestade britânica, com uma bela espada cravejada em honra à vitória militar soviética em Stalinegrado.

SETORES DE ATAQUE:
Praia de Omaha. A Praia de Omaha, mais conhecida como "Omaha Sangrenta" foi a praia de maior resistência alemã e a praia que deu maior trabalho às forças Aliadas. Omaha estava coberta por obstáculos espalhados por toda praia, que foram mandados implantar pelo Marechal Erwin Rommel para que os tanques Aliados não conseguissem invadir a praia, Omaha também tinha armas anti-navais e metralhadoras MG42 para parar o fluxo de soldados a invadir o perímetro.


Depois de mais de quatro mil mortes, os Aliados venceram a batalha, invadindo o flanco superior-esquerdo da praia pelo cercado de arames e destruindo as casamatas (bunkers) que ali estavam. A praia de Omaha era um apelido dado ao Canal da Mancha, que recebeu este apelido para mensagens que os Estados Unidos enviavam para Inglaterra e que os Nazis interceptavam e não conseguiam entender onde seria o ataque. Varios filmes que mostram o desembarque Aliado na praia de Omaha, como O Resgate do Soldado Ryan (Saving Private Ryan) e O Mais Longo dos Dias (The Longest Day), além de ter livros como O Dia D - 6 de Junho de 1944, de Stephen E. Ambrose, e jogos como Company of Heroes, Medal of Honor e Call Of Duty.


PRAIA DE UTAH:
Utah era o nome de código para a praia a mais distante à direita das cinco áreas de desembarque na Normandia. Localizada na costa oriental da base da península de Cotentin, era uma adição às áreas inicialmente programadas para a invasão. A área de desembarque de Utah era aproximadamente 5 quilómetros e estava ao noroeste do estuário de Carentan. Comparando as fortificações Alemãs na Praia de Omaha e as defesas em Utah, compostas de posições fixas de infantaria, as últimas eram escassas, e imediatamente atrás da área de desembarque foram inundadas e restringiram severamente o avanço terrestre. As forças defensoras consistiam em elementos das 709ª, 243ª, e 91ª divisões de infantaria Alemã.


Os setores de assalto na praia de Utah foram designados (de oeste a leste): Tare Green, Uncle Red, and Victor. A invasão foi planeada para o Tare Green e o Uncle Red, com a saída número 3 quase no meio da área de desembarque. A "hora h" foi programada para as 06:30 horas. A praia deveria ser atacada pela 4ª divisão da infantaria dos Estados Unidos. O objectivo era cruzar a praia e tomar o controle das estradas da costa, estabelecer a ligação com as tropas aero-transportadas que tinham aterrado cinco horas antes, e preparar então para atacar Cherbourg. O desembarque foi feito na praia errada, e devido às fortes correntes, e à fumaça do bombardeamento aliado que obscurecia a área, a força aterrou a 1.800 metros da área designada, no setor menos defendido.

O comandante da divisão, brigadeiro general Theodore Roosevelt Jr., percebeu rapidamente o erro. Expressando sua famosa observação, "We will start the war from here!" deu então ordens para a divisão avançar. Três horas mais tarde, as saídas 1, 2 e 3 tinham sido ocupadas, e por volta das 12.00 horas, os aliados já haviam estabelecido contacto com os pára-quedistas da 101ª divisão perto da cidade de Pouppeville. Ao fim do dia, a 4ª divisão tinha avançado aproximadamente 6,5 quilómetros, e suas unidades mais avançadas estavam a uma milha (1600 metros) da 82ª aero-transportada perto de Saint Mére Église.
Vinte mil soldados e 1700 veículos motorizados tinham desembarcado na praia de Utah com muito poucas baixas, menos de 300 homens. Os alemães não tinham contra-atacado o assalto, devido ao sucesso das tropas aerotransportadas, e também à confusão entre os comandantes Alemães a respeito de onde o ataque principal estava a ocorrer, no entanto, estavam em posição a contra-atacar na península de Cotentin no fim do Dia D.

PRAIA DE JUNO:
Juno era o nome de código para a segunda praia à esquerda das cinco áreas de desembarque para a invasão da Normandia. A praia tinha aproximadamente 10 quilómetros e estava perto de Courseulles-sur-Mer, Berniéres e Saint-Aubin, com dunas de areia fortificadas pelos Alemães. O perigo inicial para os invasores em Juno, não eram os obstáculos Alemães, mas os recifes, estes forçaram o desembarque na manhã mais tarde do que desejada. A hora H foi marcada para as 07:45 horas, de modo que o desembarque se pudesse cancelar caso a maré não o permitisse. Os elementos da 716ª divisão de infantaria Alemã, particularmente o 736º regimento, eram responsáveis pela defesa da área. A praia de Juno era parte da área da invasão atribuída ao 2º exército Britânico, sob ordens do General Miles Dempsey. A praia foi dividida pelo comando aliado em três sectores: Love a oeste, Mike (secções Red e White), Nan (secções Red, White, e Green) a oeste. Deviam ser conquistadas pela 3ª divisão da infantaria Canadense, pela 7ª brigada em Courseulles e pela 8ª brigada em Bernières no sector de Nan. Os objetivos da 3ª divisão no Dia D eram, cortar a estrada de Caen-Bayeux, ocupar o aeroporto de Carpiquet a oeste de Caen, e estabelecer uma ligação entre as duas praias Britânicas de Gold e Sword em ambos lados da praia de Juno.

A primeira leva de assalto desembarcou as 7h55, 10 minutos após a hora H mas três horas após a melhor maré, este atraso pôs os Canadenses numa situação difícil, os obstáculos da praia foram parcialmente submergidos, e os sapadores eram incapazes de desobstruir trajetos para a praia. Aproximadamente 30 porcento dos barcos de desembarque em Juno foram destruídos ou danificados. No início não houve grande resistência, porque as posições Alemãs não tinham as suas armas apontadas para o mar. Os soldados Canadenses contornaram os obstáculos mas foram dar às zonas de matança, a primeira vaga sofreu grandes baixas. A companhia B dos Royal Winnipeg Rifles foi reduzida a um oficial e a 25 homens quando se moveu para a proteção que oferecia a escarpa. Nas equipes de assalto, a possibilidade de se transformar numa baixa nessa primeira hora era quase de 1 para 2. Ao meio da manhã, depois de lutar duramente, a cidade de Berniéres estava nas mãos Canadenses, pouco depois Saint-Aubin era ocupada.
A 3ª divisão tinha-se ligado à 50th divisão britânica da praia Gold a oeste, mas a este os Canadenses eram incapazes de fazer o contato com a 3ª divisão Britânica na praia Sword, deixando uma abertura de 3 quilómetros em que os elementos da 21ª divisão Panzer contra-atacaram. Os Canadenses sofreram 1.200 baixas das 21.400 tropas que desembarcaram em Junho esse dia, numa relação de 1 para 18.

PRAIA GOLD:
Gold era o nome de código para a praia central das cinco áreas de desembarque designadas para a Batalha da Normandia A praia tinha mais de 8 quilómetros de largura e incluía as cidades costeiras de la Rivière e Le Hamel Na extremidade ocidental da praia estava a vila de Arromanches, e ligeiramente mais distante a oeste, a cidade de Longues-sur-Mer. As forças defensoras Alemãs consistiam em elementos a 716ª divisão e uma parte do 1º batalhão da 352ª divisão em Le Hamel. Muitas das posições Alemãs foram colocadas em casas ao longo da costa, com maiores concentrações em Le Hamel e la Rivière. Estas posições eram muito vulneráveis ao ataque naval e aéreo, mas os Alemães contavam com uma grande força de contra-ataque, o Kampfgruppe Meyer, a unidade mecanizada da 352ª divisão localizada na cidade de Bayeux 
Configuração da praia Gold na área da invasão atribuída ao 2º exército Britânico, sob o comando do general Miles Dempsey. Os sectores de desembarque na praia, foram designados (de oeste a este) How, Item, Jig (com as secções Green e Red), e King (com também duas secções, Green e Red). O assalto devia ser realizado pela 50ª divisão de infantaria Britânica. A praia era bastante larga para que duas brigadas desembarcassem. Os objectivos da 50ª divisão eram, cortar a estrada Caen-Bayeux, conquistar um pequeno porto em Arromanches, estabelecer ligação com os Americanos na praia de Omaha a oeste em Port-en-Bessin e também com os Canadenses na praia de Juno a este.

A hora H na praia Gold foi marcada para as 07:25 horas, uma hora mais que os desembarques programadas nas praias Americanas devido ao sentido da maré. Dos primeiros veículos blindados que desembarcaram na praia; 20 deles tocaram em minas, e sofreram alguns danos. Felizmente para os Ingleses, não havia artilharia pesada Alemã na praia, e a resistência da infantaria era ineficaz, (a maioria dos pontos fortes Alemãs tinham sido anulados pelo bombardeio da manhã). la Rivière resistiu até às 10:00 horas, e Le Hamel estava nas mãos Britânicas à meia tarde. Entretanto, o 47º de comandos Britânicos em Arromanches e Longues progredia para oeste, para Port-en-Bessin. Os canhões em Longues tinham sido postos fora da acção num combate furioso com o cruzador HMS Ajax. Pela noite de 6 de Junho, a 50ª divisão desembarcou 25.000 homens, tinham avançado 10 quilómetros, e estabeleceram contacto com os Canadenses na praia de Juno, não tinham no entanto cortado a estrada de Caen-Bayeux nem conseguiram unir-se com os Americanos na praia de Omaha, mas tinha feito um começo impressionante. Os Britânicos sofreram 400 baixas nesta praia.

PRAIA DE SWORD:
Sword era o nome de código para a praia da esquerda das cinco áreas de desembarque na Batalha da Normandia. Com 8 quilómetros que ia de Lion-sur-Mer a oeste à cidade de Ouistreham na boca do rio de Orne, a leste. A área tinha muitas casas de férias e estabelecimentos turísticos situados atrás de uma escarpa. Estava também a aproximadamente 14 quilómetros ao norte da cidade de Caen. Todas as estradas principais neste sector do campo Normando funcionavam através de Caen, que era uma cidade chave para os Aliados e também para os Alemães com finalidades de transporte e manobras. Os Alemães fortificaram a área com defesas que consistiam em obstáculos na praia e em fortificações nas dunas de areia. A defesa da praia foi reforçada com canhões de 75 milímetros em Merville, situados 8 quilómetros a leste do estuário do rio Orne. Eles também tinham canhões de 155 milímetros 32 quilómetros a leste, em Le Havre, além de valas e minas antitanque. Os elementos da 716ª divisão de infantaria Alemã, os regimentos 736º e 125º, junto com forças da 21ª divisão Panzer na vizinhança, eram capazes de participar de operações defensivas ou ofensivas. Por fim, a leste, no rio Dives estava a 711ª divisão.
Na praia Sword, a área de desembarque atribuída ao 2º exército Britânico, sob ordens do general Miles Dempsey foi dividida em quatro sectores: de oeste para leste, Oboe, Peter, Queen, e Roger. A primeira vaga chegou às 07:25 horas do Dia D, composta pela 3ª divisão Britânica, com os comandos Franceses e Britânicos Unidos. Os elementos do regimento South Lancashire assaltaram o sector de Peter à direita; o regimento de Suffolk assaltou ao centro no sector de Queen; e o regimento East Yorkshire assaltou o sector de Roger à esquerda. O objectivo da 3ª divisão era progredir através da praia de Sword, passar próximo de Ouistreham ir direito a Caen e ocupar o aeródromo de Carpiquet. Os comandos tinham conseguido seu objectivo mais importante: tinham se ligado às tropas aero-transportadas nas pontes sobre os canais de Orne. No flanco direito os Ingleses tinham sido incapazes de ligar às forças Canadenses na praia de Juno. Às 16:00 horas a 21ª divisão de Panzer lançou o único contra-ataque Alemão sério no Dia D: o 192º regimento de Panzer Grenadier alcançou a praia às 20:00 horas, mas seus 98 tanques foram detidos por armas antitanque e o contra-ataque foi anulado.
No fim do dia os Ingleses tinham desembarcado 29.000 homens e tinham tido cerca de 630 baixas. Já as baixas Alemãs eram muito mais elevadas, além dos que foram feitos prisioneiros.


POINT DU HOC:
Point du Hoc é uma escarpa situada entre as praias de Omaha (setor Charlie) e Utah, um objectivo atribuído aos rangers do exército dos Estados Unidos no Dia D, que escalaram seus penhascos com o objectivo de silenciar as peças de artilharia aí colocadas e defendidas por elementos da 352ª divisão de infantaria Alemã, e que poderiam bombardear ambas praias americanas. A tarefa de neutralizar a artilharia, e de cortar a estrada que funciona atrás do Point de Saint-Pierre-du-Mont a Grandcamp, caiu aos 2º e 4º batalhões dos rangers, comandados pelo tenente coronel James Rudlder. As ordens eram, às companhias D, E, e F do 2º batalhão, um ataque ao penhasco escalando-o no Pointe, a companhia C desembarcaria a este para destruir posições dos canhões na extremidade ocidental da praia de Omaha.
Enquanto estes assaltos ocorriam, as companhias A e B, com todo o 5º batalhão, deviam esperar na praia e esperar o sinal de que a escalada do penhasco tinha tido sucesso, se o sinal viesse, deviam seguir e escalar também, se o sinal não viesse, deviam desembarcar na praia de Omaha e atacar o Pointe du Hoc pela parte traseira. As companhias D, E, e F desembarcaram no Point às 7:10 horas, 40 minutos mais tarde do previsto. Eram vítimas de mares pesados e ventos, um dos seus barcos afunda-se, entretanto, os Rangers combatiam os alemães no alto dos penhascos em um violento tiroteio, em alguns minutos, o primeiro homem chegava até a parte superior do morro. Os rangers lutaram em pequenos grupos à sua maneira, quando chegaram as casamatas, os canhões não se encontravam lá. Continuaram o combate e cortaram a estrada atrás do Point, então uma patrulha de dois homens descobriu os canhões a uns 500 metros do local. Os canhões foram destruídos pelos dois rangers que depois regressavam às suas posições.
Os outros rangers na praia, não vendo o sinal do Point, desembarcaram na praia de Omaha mas não podiam realizar sua missão de atacar Point du Hoc porque ficaram envolvidos na luta desesperada em Omaha. Eram, entretanto, uma chave ao sucesso eventual em Omaha Embora os relatórios adiantados caracterizassem o ataque no Pointe como um esforço desperdiçado porque os canhões alemães não estavam lá, o ataque estava de fato altamente bem sucedido. Pelas 09:00 horas, os rangers no Point tinham cortado a estrada atrás e tinham posto os canhões fora da ação. Eram assim a primeira unidade americana para realizar sua missão no Dia D com o custo de metade da sua força de combate. Para o fim do dia ocupavam apenas um pequeno pedaço de terreno nas alturas do Point, os Alemães contra-atacavam. Os rangers resistiram dois dias até que a ajuda chegou.

A série de televisão Band of Brothers, de apenas dez episódios, explora os acontecimentos do Dia D em seu segundo episódio, "Day of Days".
Para confundir os alemães, criaram a Operação Fortitude, que consistia num falso desembarque em Pas-de-Calais, "comandado" pelo General Patton, foram criados barcos e tanques falsos de madeira, plástico ou lona a leste da Inglaterra para confundir aviões espiões alemães. Idosos reservistas ficavam o dia inteiro enviando mensagens falsas via rádio entre si.
Hitler estava muito confiante de que o desembarque seria em Pas-de-Calais, por causa de seu espião Garbo que lhe forneceu informações falsas, já que era um agente duplo a serviço da Inglaterra.
Rommel acreditava que o desembarque seria na Normandia, mas como recebeu ordens de Hitler, não pode desobedecer, e teve que ir para Pas-de-Calais.
Graças à Operação Fortitude duas semanas após o desembarque, os alemães ainda esperavam o desembarque em Pás-de-Calais. 

Durante o ataque à Omaha, os tanques anfíbios "DD" (Duplex Drive) não puderam desembarcar por causa da turbulência causada pela grande movimentação de barcos e navios no canal da mancha, os tanques viraram e os soldados desembarcaram sem apoio pesado, o que ajuda a explicar as grandes baixas e feridos em Omaha.
Devido à artilharia anti-aérea, muitos paraquedistas saltaram fora da zona prevista, alguns dos paraquedistas se enroscaram nas árvores, foram vistos pelos soldados alemães e morreram antes mesmo de porem os pés em França.
Fonte: Wikipédia (Arranjos de textos de jbmendes)


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DEAUVILLE - SUR-LE-MER - NORMANDIA - FRANÇA

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Deauville será concerteza a melhor opção para quem vem de Rouen em direção a Caen evitando Le Havre e a ponte da Normandia cuja travessia custa 6€. Chegados ao centro da cidade de Deauville procuramos através de coordenadas a Área de Serviço para Autocaravanas que serve também para pernoita com duração de 24H00 controlado pela policia municipal, na altura um casal de policias muito simpáticos com quem trocamos algum diálogo.

COORDENADAS: N 49º21.432 - E 00º05.072. Tem capacidade para cerca de 8 autocaravanas. O centro da cidade é notoriamente cosmopolita com grandes carros, grandes restaurantes e marisqueiras, grande casino, e tudo à grande e à Francesa.
Deauville pertence ao departamento de Calvados, está a duas horas de Paris, a alguns quilómetros das praias do desembarque dos Aliados durante a Segunda Guerra Mundial, e da estação balneária de Deauville. O porto de Deauville tem ligação com Portsmouth, no sul da Inglaterra, e é feita através da companhia Brittany Ferries. 




               HISTÓRIA:

Situada no coração da Normandia, entre o mar e o campo, e distante somente duas horas de Paris, trata-se verdadeiramente de um lugar de elegância e arte de viver à Francesa, Deauville é tudo isso e muito mais.

Palco do festival do cinema americano,  é famosa pelos seus casinos, cavalos, e o pólo.

A calçada feita em pranchas de madeira, e oferece um espetáculo surpreendente onde os raios de sol brincam com as nuvens e o reflexo do mar, e onde se estende um vasto campo de guarda-sóis multicoloridos, cadeiras de praia e as pequenas cabines de madeira. Deauville foi imortalizada nos anos 60 graças ao cineasta Claude Lelouch.

Construída sobre alguns terrenos pantanosos e dunas, Deauville nasceu da imaginação de quatro homens.
Um homem de férias em Trouville (cidade vizinha), em casa do meio irmão de Napoleão III e grande figura da vida parisiense, cobiçaram com o olhar os terrenos alagadiços vizinhos. Os dois homens tornaram-se sócios, e em parceria com um banqueiro e um arquiteto, criaram a primeira “estação balneária ideal” próxima de Paris.


Hoje, um século e meio mais tarde, a magia está mais viva do que nunca. Deauville soube crescer com harmonia, preservando a sua beleza e as suas raízes, tanto culturais como arquitetonicas. Ao seu estatuto de cidade elegante, acrescenta constantemente algo mais às suas qualidades de cidade internacional, moderna e bem equipada, tanto ao nível do turismo de lazer, como reuniões aliando turismo e negócios.



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LE HAVRE - SEINE-MARITIME - NORMANDIA - FRANÇA

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A nossa passagem por Le Havre estava para não acontecer, porque isso levaria-nos a ter que passar pela ponte da Normandia, ou em alternativa passar de Ferry para a outra margem em direção a Deauville que daremos conta a seguir. Passagem pela ponte da Normandia, "portajada" tem um custo de 6€ (2012).
Le Havre, e principalmente o seu Porto de Mar, foi bastante destruída no decurso da 2ª guerra mundial durante a ocupação nazi na década de 1940. A sua maior devastação foi em meados do verão de 1944, em que atingiu o maior grau de destruição com a evasão dos aliados pelas praias da costa da Normandia Foi posteriormente reconstruida por Auguste Perret no pós-guerra. A sua reconstrução levou mais de 20 anos, mas com isto tornou Le Havre, talvez, o maior Porto Comercial de Espanha. A sua cronologia diz-nos que Le Havre é uma cidade Francesa pertencente à região administrativa da Alta Normandia, do departamento de Seine-Maritime. Le Havre é agora a maior cidade da Normandia com 193 000 habitantes, e é desde 2005 classificada pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade.


               HISTÓRIA:

Le Havre de Grace foi criada em 1517 pelo rei Francisco I da França após o assoreamento dos portos do estuário do Sena, Honfleur e Harfleur. Em 1820 e 1852 a cidade foi ampliada, primeiro graças ao alargamento da sua muralha e mais tarde a sua demolição. Porto de guerra durante o século XVII, negociação bem sucedida com as ilhas durante o século XVIII e a emigração para a América durante o século IXX, tudo isso contribuiu para uma demografia elevada e um rápido desenvolvimento da cidade de Le Havre. A industrialização que começou cerca de 1920 colocou a cidade em primeiro lugar na Normandia, graças ao mercado mundial de café e algodão.




Em Setembro de 1944, 80% do centro da cidade foi destruído e o porto completamente devastado.


Demorou vinte anos até Le Havre encontrar nova vida. A parte baixa da cidade é agora a maior reconstrução unitária do pós-guerra com 150 hectares de área. A arquitetura diferente em betão, criação de Auguste Perret, oferecendo colunas antigas e paredes de tela de inspiração oriental, abre Le Havre até ao mar. As luzes dos céus de Le Havre são muito valorizadas pelos impressionistas e dão ao espectador uma impressão de amplos espaços.

Le Havre, mais do que uma cidade, um lugar, a ser descoberto!





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DIEPPE - SEINE-MARITIME - NORMANDIA - FRANÇA

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Dieppe é uma cidade Francesa pertencente à Região Administrativa "Alta-Normandia", e ao Departamento de Seine-Maritime. A nossa chegada a Dieppe coincidiu com as comemorações do 1º desembarque das tropas aliadas em 19 de Agosto de 1942 na celebre operação Jubileu ou Rutter, e a reconquista da França aos nazis na operação Overlord em 06 de Junho de 1944 no celebre DIA D.



O enorme espaço relvado mesmo de frente para a praia de Dieppe estava todo ele engalanado com tropas trajados a rigor da época com os seus veículos de guerra e respetivos artefatos, não faltando até venda de diversos objectos pessoais da época, de tudo um pouco estava disponível para os interessados.
Aqui predominam os Canadenses, existe até um cemitério militar, tal como um pouco por toda a Região da Normandia, e que daremos conta aqui dos maiores, e que pertencem aos Americanos e aos Alemães.

                HISTÓRIA:

OPERAÇÃO JUBILEU OU RUTTER:
Foi a primeira tentativa de reconquista da França pelos aliados.
A batalha de Dieppe, também conhecida como Operação Jubileu ou Operação Rutter, foi um ataque dos Aliados ao ocupado porto de Dieppe, durante a Segunda Guerra Mundial. Este ataque aconteceu na costa norte de França, em 19 de Agosto de 1942. O assalto começou às 05:00 da manhã e por volta das 10:50 os comandantes aliados foram obrigados a bater em retirada.


Mais de 6.000 soldados de infantaria, a maioria do exercito do Canadá, que foram apoiados por grandes contingentes da Marinha Real Britânica e da Força Aérea Real. O objetivo era conquistar um grande porto de mar e mesmo para provar que isso era possível, e também para avaliar a resposta Alemã. Os aliados também queriam destruir as defesas costeiras, as estruturas portuárias, e todos os edifícios estratégicos, como casamatas bunkers e baterias.
Nenhum dos principais objetivos do ataque foi alcançado. Um total de 3.623 dos 6.086 homens que combateram em terra foram mortos, feridos ou capturados (quase 60%). A Força Aérea Real não conseguiu atrair a Luftwaffe em luta aberta, perdendo 96 aeronaves contra 48 perdidas pela Luftwaffe, enquanto a Marinha Real Britânica perdeu 34 navios.
A Operação chamada de “Jubilee”, e a incursão em Dieppe, foi a maior operação deste tipo levada a cabo durante a Segunda Guerra Mundial, isto antes da Operação Overlord. Dez grandes unidades militares tomaram parte – a maioria formada por tropas Canadenses. As perdas foram pesadas, e somente uma das formações cumpriu o seu objetivo, mesmo assim a operação teve êxito, já que respondeu a uma questão vital que vinha incomodando os Aliados desde Dukerke, já que perceberam que para derrotar Hitler e tudo que ele significava, teria que ser através de uma invasão da costa Francesa. A questão era: seria possível capturar um porto Francês durante os primeiros dias de invasão? A tentativa de capturar a costa em Dieppe, foi feita por seis batalhões e um regimento blindado da 2ª Divisão Canadense, desembarcando em Puys, Pourville e nas praias de Dieppe, e entre essas duas vilas. Porém, de cada lado da costa havia uma bateria de canhões de defesa, os quais eram capazes de fazer explodir todo o navio que se aproximasse da margem. Para lidar com esse problema, dois Comandos Britânicos foram enviados – o Nº 4 pelo oeste, para destruir as baterias em Vesterival-sur-Mer e Verengeville, e o Nº 3 pelo leste, para destruir os de Berneval.

OPERAÇÃO OVERLORD "DIA D":

Foi o nome código dado à Batalha da Normandia, ocorrida a 6 de Junho de 1944. Conhecida também por “Dia-D“, esta batalha representa o início da retomada Aliada de territórios na Europa Ocidental às forças nazis, na Segunda Guerra Mundial. Sob o comando do general Eisenhower, mais de 185.000 homens e 20.000 veículos aéreos, marítimos e terrestres desembarcam na Normandia, naquela que é considerada a maior operação anfíbia da história.
A decisão política sobre a invasão foi tomada após a derrota russa na Batalha de Estalinegrado. Estudos preliminares para a entrada dos Aliados em território conquistado pelos alemães vinham a ser feitos desde janeiro de 1943 num encontro entre o britânico Winston Churchill e o norte-americano Franklin Roosevelt, em Casablanca, em Marrocos.

Paralelamente, os britânicos mantinham a organização dos célebres “comandos”, cuja missão consistia em incursionar no litoral ocupado pelos alemães, para reunir informações, e ensaiar ao vivo, as técnicas de ataque. Finalmente, as forças aliadas, em nova reunião em Quebec, Canadá, decidiram realizar a invasão através da Normandia no norte de França. Exatamente às 4 horas da madrugada do dia 5, os líderes militares estavam reunidos no quartel-general de Eisenhower, em Southwick House Portsmouth, na Inglaterra. Cabia única e exclusivamente ao comandante supremo tomar a fatídica decisão. Depois de seu “ok”, a Operação Overlord teria início nos primeiros minutos do dia 6, com a aterragem dos pára-quedistas e planadores da 6ª Divisão Aérea Britânica, a Oeste do Rio Orne. A estes, seguiriam-se quase três milhões de soldados, que cruzariam o Canal da Mancha. Os exércitos envolvidos nesta grande operação militar tinham objetivos distintos, que consistiam na tomada de posse das praias, com o nome de código, Omaha e Utah, para os Americanos; Juno, Gold e Sword para as tropas Anglo-Canadenses.

Os soldados alemães apostavam na eficácia no seu “Muro do Atlântico“, a linha de defesa das tropas nazistas, que se estendia desde a fronteira franco-espanhola até à Noruega. O general Rommel havia previsto corretamente o local de desembarque das tropas aliadas, e acabou por tornar difícil a operação de desembarque, para não dizer sangrenta, causando muitas baixas entre os soldados Norte-Americanos e Anglo-Canadenses.


Apesar da feroz resistência nazi, as tropas aliadas conseguiram por fim estabelecer uma sólida cabeça-de-praia no litoral francês, que permitiu a entrada de mais tropas para continuar a retomada. As tropas Alemãs dispersaram-se ao longo da Bretanha em fortalezas costeiras e terrestres, tendo agora a guerra em duas frentes. Era o inicio do temor dos generais Alemães, e o princípio do fim de Hitler e do seu expansionismo pela Europa.
Traduções e arranjos de textos via internet: by jbmendes

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