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CITÂNIA DE BRITEIROS - GUIMARÃES



Apontamento AuToCaRaVaNiStA:
A Citânia de Briteiros situa-se no Monte de S. Romão, da Freguesia Portuguesa de Salvador de Briteiros, Concelho de Guimarães, Distrito de Braga.
A Citânia de Briteiros foi antes da sua Romanização de origem Celta, remonta à idade do ferro e pensa-se que terá sido habitada até meados do século III. Seria no seu tempo uma povoação bastante numerosa, a atestar pelas construções ali erigidas,  não faltando um elaborado balneário com câmaras para banhos a vapor, bem como de água fria. O sistema de abastecimento de agua à povoação também está perfeitamente percetível através das condutas em pedra, passagens subterrâneas, e calhas para regadios. A grande extensão desta povoação fortificada, pode-se ver pela planta topográfica tirada via aérea, que se pode consultar nos panfletos que são disponibilizados à entrada. Preço de acesso para adultos 6€. No cimo da povoação, estão intactas duas casas circulares, aliás são quase todas assim, e uma igreja, era a zona mais nobre da citânia. 


A Citânea de Briteiros fica situada no cimo do monte de S. Romão, pertencente ao concelho de Guimarães. No Museu da Cultura Castreja, em Guimarães podem ser apreciados todos os artefactos encontrados nas escavações tais como peças em ouro, algumas com decorações muito elaboradas, trabalhos em pedra, e diversos instrumentos usados em outras actividades.




           
            HISTÓRIA:
As ruínas arqueológicas de Briteiros são uma prova extraordinária da existência de um importante povoado primitivo, de origem pré-romana, pertencente ao tipo geral dos chamados "castros" do noroeste de Portugal. Evidenciam nitidamente caracteres da cultura castreja, ainda que fortemente romanizados no começo da era cristã.
Martins Sarmento, etnólogo e arqueólogo célebre, nascido em Guimarães em 1833, ocupou-se do estudo científico destas ruínas, tendo dado um contributo decisivo para a sua divulgação, estudo e estado de conservação.

As numerosas construções, de vários tipos, dispostas um pouco livremente, mas obedecendo, contudo, a um ainda que insipiente esquema urbanístico, oferecem pistas impressionantes e muito objectivas para o conhecimento daquelas gentes tão remotas, alcandoradas no cimo dos montes e mesmo assim protegidas por várias cinturas de muralhas, cujos extensos panos ainda hoje se podem admirar.
O espólio arqueológico destas ruínas encontra-se exposto, em Guimarães, no Museu Arqueológico da Sociedade Martins Sarmento.

Fonte: www.guimaraesturismo.com/


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