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PAREDES - PORTO

Apontamento AuToCaRaVaNiStA:

Paredes é uma cidade Portuguesa Sede de Concelho, e pertencente ao Distrito do Porto.
O Município de Paredes tem um vasto leque de património histórico-religioso, ligado sobretudo à Rota do Românico do Vale do Sousa. Pode fazer aqui através do Portal AuToCaRaVaNiStA uma visita guiada acedendo ao nosso Portefólio na barra lateral com a etiqueta "Paredes". Boa viagem virtual por Paredes.


Gastronomia Low Cost "O Pintarelas"


Cidade interessante, não só pela sua história mas também pela sua gastronomia, onde se destaca o cabrito no forno a lenha a sopa seca entre muitas outras iguarias. Desta feita fomos ao Pintarelas, e experimentamos o cabrito assado, o cozido, e o bacalhau. Tudo muito bom, na quantidade, na qualidade, e também no preço.
Se quer comer bem e a preço low cost, esta é uma excelente escolha na cidade de Paredes, junto ao parque da feira.






            HISTÓRIA:
O Concelho de Paredes situa-se na região do Vale do Sousa e é constituído por 24 freguesias. 
Testemunhos arqueológicos demonstram que há mais de 5000 anos o Homem escolheu o território do actual concelho de Paredes, para viver e morrer. 
A sedentarização de povos nesta zona perdurou e foram deixando vestígios das suas aldeias e dos seus utensílios. 
No caso dos Romanos, chegaram à Península Ibérica durante o século II a. C. e o seu interesse na expansão do Império e a busca de riqueza conduziram-nos às jazidas auríferas de Castromil e das Banjas (Sobreira), onde a intensiva exploração do ouro ficou visível nos numerosos poços, galerias e cortas.


O actual Município de Paredes assenta no antigo Julgado de Aguiar de Sousa, com origem nos primórdios da nacionalidade, que se apresentava como um espaço político, judicial e administrativo independente, exercendo domínio sob um vasto território, composto por 48 freguesias. 
A partir dos finais do século XVI, as funções de Aguiar de Sousa como cabeça de Julgado, transitam para o lugar das Paredes, situado na freguesia de Castelões de Cepeda, junto à estrada que ligava Porto – Vila Real, com Cadeia e Casa de Audiências.
Fruto da presença de importantes famílias nobres, desde a Idade Média, nas terras deste Julgado, surge a fundação de quatro mosteiros e a formação dos respectivos Coutos, bem como a delimitação de Honras com inúmeros privilégios que lhe eram associados. Esta situação permitiu que, durante a crise liberal, com as reformas administrativas de Mouzinho da Silveira (1833-1834), Baltar, Louredo e Sobrosa ascendessem a Concelho, sendo extintos em 1837, como consequência da reorganização administrativa de Passos Manuel, altura em que foi criado o Concelho de Paredes. Este inicialmente era constituído por 23 freguesias, sendo que, em 1855, criou-se a freguesia de Recarei, a partir de vários lugares da freguesia da Sobreira, passando a corresponder às 24 freguesias actuais.

O crescente desenvolvimento do concelho levou D. Maria II a conceder o alvará régio, que o elevava à categoria de Vila, em 1844. 
A dirigir os rumos do Concelho de Paredes surge-nos uma figura que ficou conhecida pelo epíteto de “Rei de Paredes”, José Guilherme Pacheco, que foi presidente da câmara de 1864-1871 e durante parte do ano de 1878. Na linha política de Fontes Pereira de Melo procurou promover o progresso de concelho, no campo das acessibilidades, transportes, comunicações e educação. Ao longo dos tempos, as artes do mobiliário evoluíram de forma significativa ajustando-se às novas tecnologias e métodos de fabrico de acordo com os gostos e exigências do “modus-vivendi”. 
A disponibilidade de capitais, graças ao regresso dos brasileiros de torna-viagem, nos finais do século XIX e inicio do século XX, contribui directa e indirectamente para o desenvolvimento desta indústria, seja pelo investimento directo nalgumas fábricas (como é o caso da fábrica “A Boa Nova”), quer pelas encomendas de mobiliário feitas por esses brasileiros, quer ainda pelo mobiliário que trouxeram do Brasil e que inspirou os marceneiros locais. 
A relação tradição/modernidade desta da arte de trabalhar a madeira nas suas diferentes vertentes sustentam um produto turístico-cultural denominado “Rota dos Móveis”.
Como resultado de todo um processo de desenvolvimento, Paredes é elevado à categoria de cidade em 20 de Junho de 1991, reunindo todos os requisitos exigidos pela lei vigente. 
O crescimento demográfico e económico convergido a diferentes freguesias permitiu que em 2003, as freguesias de Baltar, Cête, Recarei, Sobreira e Vilela fossem elevadas a Vila e as freguesias de Gandra, Lordelo e Rebordosa fossem elevadas à categoria de Cidade.

Fonte: www.cm-paredes.pt

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