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SAINT - GERMAIN - EN - LAYE - FRANÇA

Apontamento AuToCaRaVaNiStA:

Saint-Germain-en-Laye, cidade bem conhecida pelo seu clube Paris-Saint-Germain do nosso Pauleta, e do Mister Artur Jorge nos seus momentos de glória. Também conhecida pelo Castelo do Conde Monte Cristo, do cinema e televisão, e dos livros de Alexandre Dumas que lhe deu fama. Este destino foi o escolhido por nós, para daqui visitarmos Paris com recurso ao metro. Estacionamos sem problemas num parque junto ao rio Sena, e de lá fomos de metro a Paris. Quero aqui realçar a extrema simpatia de um casal Francês, que se disponibilizou para nos levar no seu carro, até à estação de metro mais próxima. Um bem haja para eles, novamente, e de muitas felicidades na vida. Coordenadas do parque junto ao Sena: N 48º53'705" - E 02º06'428".


               HISTÓRIA:


O Castelo de Saint-Germain-en-Laye, também conhecido como “Castelo Velho” por oposição ao “Castelo Novo”, atualmente desaparecido, é uma antiga residência dos reis de França. Foi cenário da assinatura de inúmeros tratados de paz e de éditos reais.
Situado no centro de Saint-Germain-en-Laye, está atualmente consagrado ao museu nacional de arqueologia.





Museu Nacional de Arqueologia:
O museu apresenta cerca de 30 000 objetos arqueológicos, constituindo uma das mais ricas coleções da Europa! Estes objetos estão divididos em sete coleções que seguem uma ordem cronológica: O Paleolítico, o Neolítico, a Idade do Bronze, a Idade do Ferro, a Gália romana e a Gália merovíngia (século VIII), períodos complementados por uma sala de arqueologia comparada. Contém nas suas reservas mais de dois milhões de objetos.




                                                   
    Capela de São Luís:

Não perca a capela de São Luís, adjacente ao castelo. É uma obra-prima do estilo gótico flamejante. As ogivas da abóbada apoiam-se em pequenas colunas que descem até ao solo, entre os vãos. Pelo seu plano e arquitetura, prefigura a grande Sainte-Chapelle que São Luís mandará edificar no recinto do Palácio da Cidade em Paris.
Grande terraço
O rei Luís XIV encomendou a Le Nôtre jardins à francesa e o Grande Terraço. Mandou igualmente remodelar os seus apartamentos no Castelo Velho por Le Brun e Le Vau. Em 1680, começam as obras de ampliação do castelo, dirigidas por Jules Hardouin-Mansart, com a construção de cinco pavilhões de esquina. Todavia, em 1682, Luís XIV abandona definitivamente o local para se instalar em Versalhes.






O Castelo do Conde Monte Cristo:

Em 1844, Alexandre Dumas estava no auge de sua fama com o sucesso de Os Três Mosqueteiros e O Conde de Monte-Cristo (ambos publicados como romances de série em jornais), ele estava há procura de um lugar onde poderia escapar ao tumulto da cidade, e encontrar a calma que ele precisava para produzir novos manuscritos para os seus editores. 
Alexandre Dumas escolheu um enredo sobre as encostas de Port-Marly como o local perfeito para construir a sua nova casa.


Entrada, Metro Saint Germain - París

Contratou Hippolyte Durand, um arquiteto notável para fazer o seu sonho tornar-se realidade. O sonho incluía um palácio renascentista parecido a um castelo gótico em miniatura, com o seu próprio fosso pequeno. Os jardins eram para ser colocado para fora "à l'anglaise", com grutas, rochas ornamentais e cachoeiras ... Dumas deu instruções e a propriedade foi criada de acordo com seus desejos. Em 25 de julho de 1847, amigos, admiradores e curiosos reuniram-se para a festa de inauguração.




Palácio em Saint-Germain-en-Laye

O castelo de Monte-Cristo é uma delícia, com fachadas esculpidas em cada lado. O brasão da família é esculpida no frontão, juntamente com o lema pessoal de Dumas: "Eu amo os que me amam.
Deste destino, estamos muito próximos de Versailles, e da Euro Disney.

Fonte: www.chateau-mont-cristo.com





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