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SOURE - COIMBRA


Apontamento AuToCaRaVaNiStA:
Soure, é uma Vila Portuguesa, pertencente ao Distrito de Coimbra. Confina a Norte com o Concelho de Montemor-o-Velho, a Nascente, os concelhos de Condeixa-a-Nova e Penela, a Sul, os concelhos de Pombal e Ansião, e a Oeste o Concelho de Figueira da Foz. Local calmo, para passar um tempo de lazer agradável convívio familiar ou com amigos. A zona está equipada com 3 estações de serviço, sendo que a água e a luz é a pagar, e pasme-se, não tem local para vazar as águas residuais. No que tem de exagero falta-lhe no essencial. Perto do centro histórico e do seu Castelo em ruínas do qual resta pouco, tem na sua envolvencia paisagística, os jardins com uma grande área para desfrutar com a família, amigos, ou mesmo só com o fiel amigo.



             HISTÓRIA:

Vem de longe a importância deste Concelho, quer no contexto regional, quer mesmo nacional.
Com os dados disponíveis não é possível procurar um marco que assinale o início da ocupação humana neste território. Porém, os vestígios arqueológicos, sobretudo do período neolítico e romano, aliados às condições naturais que desde cedo atraíram a ocupação humana, indicam que este espaço foi ocupado desde tempos imemoriais.

O documento escrito mais antigo que se conhece e se refere a Soure data de 1043 assinalando a doação, ao Convento da Vacariça, de um mosteiro que aqui possuíam os irmãos João, Sisnando, Ordonho e Soleima.
Em Julho de 1111 o Conde D. Henrique e a rainha D. Teresa concederam foral à vila de Soure. Este importante documento estipulava um conjunto de previlégios fiscais com o objectivo de atrair e fixar as populações.

Na Idade Média, mais concretamente no período da reconquista Cristã, Soure assume um papel de importância estratégica vital. O seu castelo é, até à conquista de Lisboa, uma praça fortificada, incluída na cintura de edificações militares da defesa de Coimbra definitivamente conquistada em 1064, (juntamente com os castelos de Montemor-o-Velho, Penela, Santa Olaia, Germanelo, Miranda do Corvo e Lousã). Em 1128 D. Teresa doa o Castelo de Soure à ordem dos Templários, doação que veio a ser confirmada por D. Afonso Henriques em 1129.

Com o decorrer dos tempos, a função militar foi desaparecendo e Soure passou a caracterizar-se, a partir da Idade Média, por uma região marcadamente rural dada a apetência agrícola dos seus terrenos enriquecidos pela água dos rios Anços, Arunca e Pranto.
O Castelo de Soure tinha uma situação estratégica privilegiada, dada a sua posição de ligação entre os castelos e rotas que atravessavam os territórios de Coimbra e Montemor-o-Velho e a sua proximidade com a confluência dos rios Anços e Arunca que lhe servia de fosso natural.

Em 13 de Fevereiro de 1513, el-rei D. Manuel outorgou um novo Foral à vila de Soure. As alterações administrativas, que ao longo dos tempos foram sendo feitas, determinaram que tivesse havido permutas de freguesias entre concelhos adjacentes, sobretudo com o de Montemor-o-Velho e os extintos de Verride e Santo Varão. A partir de finais do século XIX, o concelho de Soure manteve a mesma estrutura administrativa, agrupando as doze freguesias que hoje conhecemos.

Fonte: www.cm-soure.pt


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