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MONTEMOR-O-VELHO - COIMBRA


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Montemor-o-Velho é sede de Concelho e pertence ao Distrito de Coimbra. Não muito longe da Figueira da Foz, Montemor-o-Velho destaca-se pelo seu Majestoso Castelo Medieval, cuja imponência não passa despercebido ao mais distraído dos condutores, ou a quem transita pela estrada Nacional que passa ali mesmo ao lado.




Terra de muita história, e Estórias contadas na primeira pessoa, por
muitos dos habitantes que orgulhosamente se referem a elas. Na altura a visita foi gratuita, mas não sei se será sempre assim em todos os dias da semana. Vale a pena uma visita.




                  HISTÓRIA:
Montemor-o-Velho é uma antiga vila cujos vestígios remontam à Pré-história, designadamente ao período Neolítico. Existem referências documentais ao seu castelo desde o século IX. Em 848, Ramiro I das Astúrias passou a dominar o castelo de Montemor, mas a reconquista definitiva do Mondego foi empreendida pelo Rei Fernando Magno de Leão, que entregou o castelo ao Conde Sesnando. Este castelo é bastante bonito de visitar, estando em bom estado de conservação.
De lá se desfruta de uma bela vista sobre os arrozais do rio Mondego e restantes terrenos de cultivo. A sua importância estratégica fez desta vila um pólo de atracção, tendo recebido o primeiro foral em 1212. Montemor foi ainda, durante séculos, terra de infantado, primeiro de D. Sancho e D. Teresa, depois de D. Afonso IV (1322), mas também de D. Pedro, Duque de Coimbra (1416). Em 1472, D. Afonso V faz Marquês de Montemor-o-Velho D. João de Portugal, mais tarde Duque de Bragança. Lenda das Arcas:

Há muito, muito tempo os primeiros habitantes de Montemor-o-Velho enterraram dentro das muralhas do Castelo, duas arcas. A primeira arca continha a felicidade e a riqueza. Tinha tanto ouro que se aberta fartaria todo Portugal. A outra arca é a arca maldita que contém a peste. Uma vez aberta trará a desgraça, a febre, a miséria e a fome, não tendo dó nem piedade por ninguém. Muitos, movidos pela audácia ou pelo desespero de tempos difíceis, aproximaram-se das arcas.




Em épocas de crise muitos se juntaram para abrir a arca da fortuna… Mas… logo paravam atónitos e perplexos petrificados com o medo de abrir a arca da peste pois esta se aberta traria ainda mais desgraça e miséria… E as arcas lá continuam à espera de um dia alguém ter a ousadia de as procurar e a imprudência de as abrir....

Fonte: Wikipédia



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