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Museu de Flor de Rosa
Mandado construir por D. Álvaro Gonçalves Pereira, primeiro Prior do Crato e pai do Santo Condestável, D. Nuno Álvares Pereira, foi à sua sombra que cresceu a aldeia, abrigando hoje o túmulo do fundador e uma pousada da Enatur.
HISTÓRIA:

Este Mosteiro é composto por três edificações distintas: a igreja-fortaleza de estilo Gótico, um paço-acastelado gótico, já com alterações quinhentistas, e as restantes dependências conventuais já renascentistas e mudéjares.
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Túmulo-D. Álvaro Gonçalves Pereira |
Todo o conjunto tem sido alterado ao longo dos séculos, nomeadamente nos século XVI e XVII e mais tarde no século XX, onde houve uma maior preocupação de preservação do plano original gótico. De facto já no tempo do Rei D. Manuel I o espaço monástico é alargado para um maior número de aposentos, transformando-o num Paço Real, e com o grande terramoto de 1755 e um temporal devastador em 1897 que se fez sofrer na área, o conjunto teria sofrido grandes desgastes.
O Mosteiro da Ordem do Hospital de Flor da Rosa foi classificado como Monumento Nacional em 1910 e, na década de 40, começaram as obras de restauro. Mais tarde, em 1991 iniciam-se os trabalhos de reconversão para Pousada de Portugal, pelo Arquitecto João Luís Carrilho da Graça, aberta ao público em 1995 e transformando-se este legado patrimonial numa das mais aclamadas Pousadas do País.

Em 1232 o Rei D. Sancho II doou a povoação do Crato à Ordem dos Hospitalários. Foi em 1340 que a sede da Ordem do Hospital foi alterada de Leça do Balio ou de Belver, para o Crato, tendo logo o Prior do Crato, D. Álvaro Gonçalves Pereira, decidido fundar uma capela na localidade.
Com o crescimento da Ordem é então erguido este Mosteiro, casa-mãe da Ordem em Portugal, fundado em 1356. A partir do século XVI a Ordem do Hospital passou a denominar-se Ordem de Malta, nome que ainda hoje conserva.
Fonte: http://www.cm-crato.pt
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